Artesanato e Sustentabilidade

Artista do bambu, Itiberê de Andrade é também um artesão que acredita na sustentabilidade e na conservação do meio ambiente. Em seu ateliê ele fabrica instrumentos musicais ecológicos,

Algumas Definições de Arte e Artesanato

Arte e artesanato, expressão e reflexo da personalidade do artista. Arte - do latim, ars, artis, maneira de fazer uma coisa segundo as regras, habilidades. Ideal de beleza nas obras humanas.

A Arte de Ivan Artesão

Móveis com muito estilo e bom gosto, Ivan Artesão, capricha na qualidade e no acabamento, fazendo um artesanato refinado e de grande requinte, que se encaixa em qualquer ambiente.

Porta Incensos

Onde se encontra o limite entre a arte e o artesanato? É difícil explicar. Catia Sardou se supera a cada dia com seu trabalho, que não se limita a ser apenas uma mera peça de artesanato,

Manual de Curso de Fibra de Bananeira

Material bastante interessante para aqueles que estão querendo aprender uma nova técnica artesanal e desejam aumentar sua renda.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Jean-Baptiste Debret

O pintor francês Debret, Jean-Baptiste, veio ao Brasil juntamente com a Missão Artística Francesa em 1816. Sob a influência de Jacques-Louis David, iniciou sua carreira artistica. Participou da Missão chefiada por Lebreton e residiu no Brasil entre 1816 e 1831, dedicando-se à pintura e ministrando aulas. 

Debret estudou a sociedade brasileira e nas suas pinturas retratou as paisagens e destacou a forte presença dos escravos. Em 1829, por iniciativa própria, realizou a primeira exposição de arte do Brasil. Em 1831 volta a França alegando problemas de saúde, depois de viver 15 anos no Brasil, revelou uma forte relação pessoal e emocional pelo país. Com um forte e explêndido traço, retratou com emoção e sensibilidade, os maus tratos a que eram submetidos os escravos naquela época, a vida dos indios brasileiros e as belas paisagens tropicais de nosso país. 




fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Baptiste_Debret

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Homero

A Ilíada e Odisséia, poemas épicos de um dos maiores escritores da antiguidade. Homero era de origem grega, alguns afirmam que era cego, e que viveu no século IX a.C, percorrendo o mundo mediterrâneo recitando seus poemas. Seria ele um simples copista de poemas populares? Ou teria realmente escrito os belos poemas, mais tarde conhecidos como poemas homéricos? No século VI a.C foram feitos os primeiros exemplares escritos e usados nas escolas da época, como exemplo estético e moral. 


A Ilíada é a historia do cerco da cidade de Tróia, que conta com os heróis Aquiles, Heitor, Ajax, Ulisses, entre outros e a construção do famoso Cavalo de Tróia.

A Odisséia relata a viagem de Ulisses, tentando retornar a sua casa, após a guerra de Tróia e sua luta com monstros e sereias, enquanto percorria esse caminho.

domingo, 7 de dezembro de 2014

Paulo da Costa - Artes em Resina

Decoração de interiores

Artes do artesão Paulo da Costa em resina cristal com sementes folhas, flores naturais desidratadas, conchas etc.nPorta copos, fruteiras, peças decorativas e utilitárias.

Desfrute desse trabalho que encanta aos olhos e aos corações.

Paulo da Costa é artesão e expõe seus trabalhos na Feira Hippie de Ipanema, todos os domingos, de 9:00 às 18:00 horas.

Uma boa divulgação seria importante, para que o trabalho desse formidável artesão ganhasse mais visibilidade. Assim, espero que ele veja essa publicação, e disponibilize um telefone e um email, ou site, para que tenha condições de comercializar suas peças com mais facilidade.




sexta-feira, 28 de novembro de 2014

A Arte Cretense

Contrariando todo tipo de arte existente no período pós-paleolítico, a arte da civilização Cretense ou Minoica, era pictórica, colorida e espontânea, fugindo ao formalismo geométrico que reinava naquele período. Durante todo tempo em que reinou o estilo geométrico abstrato, a arte Cretense evoluiu em separado, talvez por causa do culto e da religião desempenhar um papel secundário na vida dos Cretenses, ou talvez, quem sabe por essa civilização estar apenas voltada para o comercio e economia daquela ilha. O fato de o comerciante ser mais propenso as inovações e a mudanças, tivesse sido o diferencial que fez surgir essa arte

Apesar dessa arte ser ainda aristocrática e cortesã, ela estava nas mãos de artistas de origem humilde, patrocinados pelos poderosos, que praticavam o diletantismo e o divertimento, num estilo delicado e elegante, um estilo cavalheiresco, que favorecia o surgimento desse tipo de arte.

Comparada à arte Egipicia e Mesopotamica a arte Cretense é mais moderna. Esse caráter modernista talvez estivesse ligado à fabricação, tendo que produzir mais, o artista produzia obras praticamente em série, sem se preocupar com perspectivas ou sombras. Seria uma arte industrial, feita principalmente para o mercado exportador. O que em nada diminui o seu valor, como obra de arte.

fonte das imagens: mondopulpo.blogspot.com

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

A arte na pré-história

No escuro de uma caverna um homem atarracado e forte pega um graveto e arrisca alguns traços. Esboça pequenos riscos disformes e diferentes das representações fiéis da natureza. Ali começa o período neolítico. Os desenhos, obras de arte que sugerem hieróglifos, símbolos ocupam o lugar das reproduções exatas dos objetos. Os traços são simplificados e estilizados, o que favorece mais tarde, surgirem formas mais corretas e rigorosas. O período paleolítico, com seu estilo naturalista, começa a desaparecer lentamente.


Essa mudança de estilo é uma passagem do homem que vive simplesmente colhendo e catando o que a natureza lhe oferece, para a fase de domesticação de animais e cultivo das plantas. Em meio a essa turbulência de mudanças, o homem vai se adaptando. O culto aos mortos, o cultivo da terra, a busca por matérias primas, são mudanças que influem em seu modo de ver o mundo e todas as coisas. A arte vai se intelectualizando e ficando mais racional. O mágico e o imaginário dão lugar a uma visão mais concreta da realidade. A vida parasitária do período paleolítico se modifica e torna-se produtiva e construtiva. O homem perde seu instinto de caçador e se torna um formalista, um antagonista da natureza. Esse período se torna hegemônico e tem longa duração. 

fonte: História Social da Literatura e da Arte - A.Hauser

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

O País do Ouro

Foram necessários 8 anos de preparativos, depois que Francisco Pizarro ouviu a historia do velho cacique de Comagre, sobre a existência de um país coberto de ouro, para que a expedição se colocasse a caminho. Acompanhado de Almagro, um guerreiro e aventureiro e de Ferdinando de Luque, seguiram rumo ao sul. Essa seria a segunda expedição, pois a primeira havia malogrado e voltara sem nada conseguir. Era o ano de 1532, quando Pizarro encontrou uma jangada de vela triangular, com dois homens que não se pareciam com índios, e que levavam consigo inúmeras peças artesanais em ouro e prata. Depois desse encontro tiveram certeza que o país do ouro realmente existia. Relatos contam que ao chegar a costa Peruana, os espanhóis estavam famintos e começaram a se alimentar de raízes e ervas. Atravessaram pantanais e sofreram ataques de índios por diversas vezes.

Rumando mais para o sul Pizarro e seus homens encontraram com guerreiros peruanos, que muito se impressionaram com a caravela que os transportavam. Depois de troca de presentes, seguiram viagem e depois de conseguir reforços, penetram mais em território peruano. Com cerca de 110 infantes e 67 cavalheiros, o menor exercito já visto, conquistou um dos maiores impérios do mundo.

Teria sido a curiosidade do imperador Ataualpa Yupanqui, em querer saber se seriam os espanhóis o deus Viracocha que voltara? ou seria excesso de orgulho e vaidade? A cada dia mais e mais avançavam e poderiam facilmente ter sido esmagados nas trilhas das montanhas, mas nada foi feito. Na cidade de Cajamarca após a chegada de Ataualpa, travou-se uma batalha das mais sangrentas, mais ou menos oitocentos índios foram mortos.

A rapidez do ataque dos homens de Pizarro deixou atônitos os índios, que passavam dos 10.000. Apavorados por nunca terem visto homens montados em cavalos, mostraram uma apatia que exasperavam os espanhóis. Em cerca de meia hora aquele pequeno exército aprisionou Ataualpa e pôs fim ao país do ouro.

fonte: O Segrêdo dos Incas - Siegfried Huber

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Exposição 30 anos Mamulengo Presepada

Assunto que interessa a todos que trabalham com teatro, principalmente aqueles que levam a sério o trabalho com bonecos.

De 04/11/2014 até dia 04/12/2014, às 20hs na Galeria Olho de Águia, no Bar Faixa de Gaza em Taguatinga - Brasília - DF.


O grupo Mamulengo Presepada é coordenado a 30 anos pelo brasiliense Chico Simões, ator brincante e Mestre das Culturas Populares.

O grupo de teatro Mamulengo Presepada se prepara para as comemorações dos seus 30 anos de existência, e para começar os trabalhos preparamos uma exposição com o acervo de bonecos que o grupo formou ao longo de todos esses anos de andanças, presepadas e brincadeiras pelo Brasil e mundo afora.

"Mamulengo é brincadeira com atores e bonecos, brincadeira levada a sério a 30 anos pelo Presepada"


O grupo que já percorreu mais de 20 países e apresentou-se mais de 2.500 vezes em praças, escolas, festivais e encontros hoje possui um vasto acervo de bonecos brasileiros e bonecos do mundo. Alguns países como Vietnã, Birmânia, Itália, Portugal, China, Irã compõem o acervo com bonecos de variadas técnicas como; manipulação direta, vara, fio, luva.

A Galeria Olho de Águia e o grupo de teatro Mamulengo Presepada convidam a todos para abertura da exposição 30 anos Mamulengo Presepada no dia 04/11/2014 às 20hs na Galeria Olho de Águia com apresentação dos grupos Roupa de Ensaio e Mamulengo Presepada.

A exposição permanecerá durante o período de 04/11/2014 até dia 04/12/2014, dia que será firmado o Registro do Teatro de Bonecos Popular do Nordeste como Patrimônio Cultural do Brasil pelo IPHAN.

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