sábado, 19 de agosto de 2017

Panis et Circenses um Marco Cultural

O ano, 1968, lá fora o chicote da ditadura castigava o povo brasileiro, mas dentro dos estúdios gritos de liberdade se ouviam ao longe. O pão e circo imposto pelos generais, lhes era dado de volta por nossos artistas na forma de um novo movimento cultural, o tropicalismo, que tentava trazer de volta a liberdade e a esperança, há algum tempo afastadas do nosso povo.


A canção "Panis et Circenses", composta por Caetano Veloso (1942) e Gilberto Gil (1942), é lançada em 1968 nos discos Tropicália ou Panis et Circenses (Polygram/Phillips) e Os Mutantes (Polydor), neste com uma introdução de metais diferente da anterior. A interpretação da música é do grupo Os Mutantes, formado pela cantora e compositora Rita Lee (1947) e pelos irmãos compositores e instrumentistas Arnaldo Dias Baptista (1948) e Sérgio Dias Baptista (1951).


http://enciclopedia.itaucultural.org.br/…/panis-et-circenses

terça-feira, 1 de agosto de 2017

16ª Feira de Cultura na Fundação Lea Pentagna

A 16ª Feira de Cultura realizada pela Fundação Lea Pentagna foi um SUCESSO TOTAL E ABSOLUTO!

Palestras, artesanato, música e muito mais aconteceu na Fundação Lea Pentagna.







Informações:
Rua Vito Pentagna, 213
Valença (Rio de Janeiro)
Tel: 024 2453-4178
E-mail: lea.pentagna@uol.com.br

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http://www.casaleapentagna.org.br/

sábado, 22 de julho de 2017

O Meu Pé de Laranja Lima, de José Mauro de Vasconcelos

Um clássico da literatura brasileira, O Meu Pé de Laranja Lima, livro de José Mauro de Vasconcelos. Com mais de 50 anos de existência o livro continua emocionando a todos. Você pode comprá-lo na Editora Melhoramentos.
Clique no link:

O protagonista Zezé tem 6 anos e mora num bairro modesto, na zona norte do Rio de Janeiro. O pai está desempregado, e a família passa por dificuldades. O menino vive aprontando, sem jamais se conformar com as limitações que o mundo lhe impõe – viaja com sua imaginação, brinca, explora, descobre, responde aos adultos, mete-se em confusões, causa pequenos desastres. As surras que lhe aplicam seu pai e sua irmã mais velha são seu suplício, a ponto de fazê-lo querer desistir da vida. No entanto, o apego ao mundo que criou felizmente sempre fala mais alto. Só não há remédio para a dor, para a perda. E Zezé muito cedo descobrirá isso. A alegria e a tristeza não poderiam estar mais bem combinadas do que nestas páginas. E isso, se não explica, justifica a imensa popularidade alcançada pelo livro.



Sobre José Mauro de Vasconcelos
Autor de belos romances tinha método originalíssimo. De início, escolhia os cenários onde se movimentarão seus personagens. Transportava-se então para o local, onde realizava estudos minuciosos. Para escrever Arara vermelha, percorreu cerca de 450 léguas no sertão bruto.

Em seguida, José Mauro dava asas à sua fantasia e, na imaginação, construía todo o romance, determinando até mesmo as frases da dialogação. Tinha uma memória que, durante longo tempo, lhe permitia lembrar dos mínimos detalhes do cenário estudado. "Quando a história está inteiramente feita na imaginação", revelava o escritor, "é que começo a escrever. Só trabalho quando tenho a impressão de que o romance está saindo por todos os poros do corpo. Então vai tudo a jato".

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Chá Literário Flor e Poesia - Johrei Center Valença

No dia 31 de maio de 2017 aconteceu o primeiro evento "Chá Literário Flor e Poesia" em uma parceria entre o Johrei Center Valença e o Grupo de Escritores Flor e Poesia.


Em uma confraternização sem igual, varias tendências artísticas e religiosas, realizaram um trabalho sério e extremamente maravilhoso. Seguindo a coluna do belo, a flor foi a centralização de tudo, desde a confecção de uma Ikebana, shorrinkas, passando pelos marcadores de livros que foram distribuídos para todos, até o trabalho poético, musical e artístico dos participantes, além da doação de livros para todos os visitantes, com finalidade social e de incentivo à leitura, proposta principal do projeto do Grupo de Escritores Flor e Poesia.


Em uma noite de céu limpo, quase uma centena de pessoas se juntaram no Johrei Center Valença visando exclusivamente homenagear o Belo em todas as suas formas artísticas. O Johrei Center Valença e o Grupo de Escritores Flor e Poesia agradecem a todos os participantes, ao pessoal do apoio e a todos que de alguma forma contribuíram para a realização do evento.


Desculpe aos que não foram citados, mas podem reclamar aqui no Facebook que os nomes serão incluídos.

Coordenação do Evento:
Ministra Valéria Potengy

Apoio do Johrei Center Valença:
Elisabete Cruz de Souza 
Miriam Andreia Chrispim
Nivalda Cruz De Souza Oliveira
Sarah Boareto
Solange Cunha
Cleise Archangelo
Maquiana
Mônica
Jailson
Nicléia
Marlene
Cristina

Grupo de Escritores Flor e Poesia:
Andréia Sineiro
Mário Sérgio Sigall Estamparia
Victor S. Gomez

Convidados por ordem de participação:
Jô Coelho
Raquel Freire
Laerte Willmann
Roseane Xisto
Nícia Cadinelli
Rene Francisco de Medeiros
Jefferson

Musicos:
Lucas Supriano
Rayane Malafaia

Dança cigana:
Raquel Freire
Carolina
Ruaná-Carolina

quinta-feira, 6 de julho de 2017

Victor S. Gomez Escritor

Todos podem escrever. Escrever não é nada de outro mundo, nada sobrenatural. É sim, mágico, pois nos leva a lugares nunca imaginado, à viagens fantásticas. Escrever é hábito, prática. Quanto mais lemos, mais temos condições de escrever. O escritor não é um Deus, é simplesmente um mensageiro, por isso temos que ter cuidado e humildade, para escrevermos coisas que acrescentem e não o contrário. Não devemos nunca pensar que somos os melhores, devemos sim nos preocupar que a leitura conscientize, principalmente aos jovens e os transformem em pessoas de bem. Victor S. Gomez

Autor do livro Universo Interior, Victor S. Gomez é Escritor, Ator e Educador Social
Primeiro lugar no Prêmio Olho Vivo 2014 - Volta Redonda - RJ com o livro "Universo Interior".
Veja a página do escritor no site da Editora Patuá.
http://www.editorapatua.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=189

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Julinho da Adelaide - Chico Buarque

Durante a ditadura, não se podia escrever aquilo que se sentia, então surgiram as mentes mais brilhantes da nossa MPB. A criatividade busca novos caminhos, abre portas secretas, faz com que encontremos os melhores trajetos, os mais belos, os mais inteligentes, e se esquiva de toda ignorância, prepotência e covardia. Victor S. Gomez




Show Histórias de canções - Chico Buarque
Wagner Homem e Rogerio Silva
Teatro FECAP - São Paulo agosto de 2010

Contato: autor@historiasdecancoes.com.br



JULINHO
DA ADELAIDE
Julinho da Adelaide nasceu quando Chico Buarque passou a ser muito conhecido entre os censores do regime militar, na década de 70. Suas músicas eram proibidas somente porque levavam sua assinatura. A saída para burlar a censura foi a criação de um heterônimo. E deu certo. Acorda amorJorge maravilha e Milagre brasileiro passaram pela censura sem maiores problemas. Julinho chegou até a dar uma entrevista para o jornal Última Hora sobre sua carreira em ascensão. O jornalista e escritor Mário Prata, que o entrevistou em 1974, relembra esse episódio no artigo abaixo. A entrevista publicada contém apenas parte do que você pode ler na transcrição integral da fita que a originou.

Leia no link: 
http://www.chicobuarque.com.br/sanatorio/julinho.htm

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Contos e Poemas de Outros Mundos

Eu andei por aqui, por ali, eu viajei para Outros Mundos, muitas vezes, sem nem me dar conta. Busquei por toda vida encontrar outros lugares, outros caminhos, viver em outros mundos, visitar outros mundos, viver outras vidas, visitar novas terras. E nessa incessante necessidade de conhecer tudo que existe nesse nosso universo, encontrei muitas formas de viver. Viver com amor, com amizade, com criatividade, com sensibilidade e outros tantos sentimentos que nos fazem bem. Talvez o universo seja mesmo uma imensa bolha vagando em meio a tantos outros universos, sem destino e para sempre, e nós apenas passageiros desse e de outros tantos universos, sem mesmo saber onde estamos, se aqui ou acolá. Mas uma coisa é certa, só seremos verdadeiramente felizes, se em cada um deles deixarmos uma pequena cota de amor para nossos semelhantes, ontem, hoje, amanhã e sempre. Victor S. Gomez


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