Artesanato e Sustentabilidade

Artista do bambu, Itiberê de Andrade é também um artesão que acredita na sustentabilidade e na conservação do meio ambiente. Em seu ateliê ele fabrica instrumentos musicais ecológicos,

Algumas Definições de Arte e Artesanato

Arte e artesanato, expressão e reflexo da personalidade do artista. Arte - do latim, ars, artis, maneira de fazer uma coisa segundo as regras, habilidades. Ideal de beleza nas obras humanas.

A Arte de Ivan Artesão

Móveis com muito estilo e bom gosto, Ivan Artesão, capricha na qualidade e no acabamento, fazendo um artesanato refinado e de grande requinte, que se encaixa em qualquer ambiente.

Porta Incensos

Onde se encontra o limite entre a arte e o artesanato? É difícil explicar. Catia Sardou se supera a cada dia com seu trabalho, que não se limita a ser apenas uma mera peça de artesanato,

Manual de Curso de Fibra de Bananeira

Material bastante interessante para aqueles que estão querendo aprender uma nova técnica artesanal e desejam aumentar sua renda.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

A arte na pré-história

No escuro de uma caverna um homem atarracado e forte pega um graveto e arrisca alguns traços. Esboça pequenos riscos disformes e diferentes das representações fiéis da natureza. Ali começa o período neolítico. Os desenhos, obras de arte que sugerem hieróglifos, símbolos ocupam o lugar das reproduções exatas dos objetos. Os traços são simplificados e estilizados, o que favorece mais tarde, surgirem formas mais corretas e rigorosas. O período paleolítico, com seu estilo naturalista, começa a desaparecer lentamente.


Essa mudança de estilo é uma passagem do homem que vive simplesmente colhendo e catando o que a natureza lhe oferece, para a fase de domesticação de animais e cultivo das plantas. Em meio a essa turbulência de mudanças, o homem vai se adaptando. O culto aos mortos, o cultivo da terra, a busca por matérias primas, são mudanças que influem em seu modo de ver o mundo e todas as coisas. A arte vai se intelectualizando e ficando mais racional. O mágico e o imaginário dão lugar a uma visão mais concreta da realidade. A vida parasitária do período paleolítico se modifica e torna-se produtiva e construtiva. O homem perde seu instinto de caçador e se torna um formalista, um antagonista da natureza. Esse período se torna hegemônico e tem longa duração. 

fonte: História Social da Literatura e da Arte - A.Hauser

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

O País do Ouro

Foram necessários 8 anos de preparativos, depois que Francisco Pizarro ouviu a historia do velho cacique de Comagre, sobre a existência de um país coberto de ouro, para que a expedição se colocasse a caminho. Acompanhado de Almagro, um guerreiro e aventureiro e de Ferdinando de Luque, seguiram rumo ao sul. Essa seria a segunda expedição, pois a primeira havia malogrado e voltara sem nada conseguir. Era o ano de 1532, quando Pizarro encontrou uma jangada de vela triangular, com dois homens que não se pareciam com índios, e que levavam consigo inúmeras peças artesanais em ouro e prata. Depois desse encontro tiveram certeza que o país do ouro realmente existia. Relatos contam que ao chegar a costa Peruana, os espanhóis estavam famintos e começaram a se alimentar de raízes e ervas. Atravessaram pantanais e sofreram ataques de índios por diversas vezes.

Rumando mais para o sul Pizarro e seus homens encontraram com guerreiros peruanos, que muito se impressionaram com a caravela que os transportavam. Depois de troca de presentes, seguiram viagem e depois de conseguir reforços, penetram mais em território peruano. Com cerca de 110 infantes e 67 cavalheiros, o menor exercito já visto, conquistou um dos maiores impérios do mundo.

Teria sido a curiosidade do imperador Ataualpa Yupanqui, em querer saber se seriam os espanhóis o deus Viracocha que voltara? ou seria excesso de orgulho e vaidade? A cada dia mais e mais avançavam e poderiam facilmente ter sido esmagados nas trilhas das montanhas, mas nada foi feito. Na cidade de Cajamarca após a chegada de Ataualpa, travou-se uma batalha das mais sangrentas, mais ou menos oitocentos índios foram mortos.

A rapidez do ataque dos homens de Pizarro deixou atônitos os índios, que passavam dos 10.000. Apavorados por nunca terem visto homens montados em cavalos, mostraram uma apatia que exasperavam os espanhóis. Em cerca de meia hora aquele pequeno exército aprisionou Ataualpa e pôs fim ao país do ouro.

fonte: O Segrêdo dos Incas - Siegfried Huber

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Exposição 30 anos Mamulengo Presepada

Assunto que interessa a todos que trabalham com teatro, principalmente aqueles que levam a sério o trabalho com bonecos.

De 04/11/2014 até dia 04/12/2014, às 20hs na Galeria Olho de Águia, no Bar Faixa de Gaza em Taguatinga - Brasília - DF.


O grupo Mamulengo Presepada é coordenado a 30 anos pelo brasiliense Chico Simões, ator brincante e Mestre das Culturas Populares.

O grupo de teatro Mamulengo Presepada se prepara para as comemorações dos seus 30 anos de existência, e para começar os trabalhos preparamos uma exposição com o acervo de bonecos que o grupo formou ao longo de todos esses anos de andanças, presepadas e brincadeiras pelo Brasil e mundo afora.

"Mamulengo é brincadeira com atores e bonecos, brincadeira levada a sério a 30 anos pelo Presepada"


O grupo que já percorreu mais de 20 países e apresentou-se mais de 2.500 vezes em praças, escolas, festivais e encontros hoje possui um vasto acervo de bonecos brasileiros e bonecos do mundo. Alguns países como Vietnã, Birmânia, Itália, Portugal, China, Irã compõem o acervo com bonecos de variadas técnicas como; manipulação direta, vara, fio, luva.

A Galeria Olho de Águia e o grupo de teatro Mamulengo Presepada convidam a todos para abertura da exposição 30 anos Mamulengo Presepada no dia 04/11/2014 às 20hs na Galeria Olho de Águia com apresentação dos grupos Roupa de Ensaio e Mamulengo Presepada.

A exposição permanecerá durante o período de 04/11/2014 até dia 04/12/2014, dia que será firmado o Registro do Teatro de Bonecos Popular do Nordeste como Patrimônio Cultural do Brasil pelo IPHAN.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Mestre Vitalino

Audiovisual 2008 (souzabersi@hotmail.com)

Concepção de Pedro Bersi (SC Brasil)

A Arte de Mestre Vitalino (Caruaru PE)


Áudio extraído do comercial criado pela GFM-Propeg, agência de propaganda da Bahia, para o Banco Econômico, em 1979 (filme exibido no YouTube).

Vitalino Pereira dos Santos, o Mestre Vitalino, consagrou-se com sua arte de fazer bonecos em Caruaru, onde nasceu, perto do rio Ipojuca, em 1909.

Mestre Vitaliano foi um artesão ceramista mundialmente conhecido por retratar em seus bonecos de barro a cultura e o folclore do povo nordestino. Esta retratação ficou conhecida entre especialistas como arte figurativa.

Parte de sua obra pode ser contemplada no Museu do Louvre, em Paris, na França. Sua capacidade criadora se desenvolveu de tal maneira que acabou se tornando o maior ceramista popular do brasil.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Livro de Victor S. Gomez no Prêmio OLHO VIVO 2014

Victor S. Gomez é Valença - RJ no Prêmio OLHO VIVO 2014

Meu livro "Universo Interior" lançado pela Editora Patuá está entre os 10 indicados ao Prêmio OLHO VIVO 2014.

Quem quiser colaborar, se achar que eu mereço, e quiser dar uma força para eu ficar em primeiro lugar, entre no link e fique a vontade para votar. 

É necessário apenas fazer um pequeno cadastro e votar.

Desde de já agradeço a todos.

Quem puder votar no meu livro "Universo Interior" para o prêmio Olho Vivo, clica no link:
da votação: http://www.olhovivoca.com.br/enquetes/91/livro-em-qual-voce-vota-para-receber-o-premio-olho-vivo-2014/

Abraços

"O livro Universo Interior é formado por contos, aonde são reveladas passagens de uma infância rica e cheia de fantasia, apresentadas por meninos que viveram em uma época em que tudo era possível, até mesmo acreditar que o improvável poderia ser realidade.

Ele nos remete a um passado não muito distante, de cidades interioranas, tranquilas e a um mundo interior cheio de mistérios, com personagens que lutam contra seus medos e que possuem problemas que não são revelados, mas que são muito comuns a todos nós. 

Um universo interior que pertence a todos, mas que só nós mesmos é que podemos administrá-lo.”


sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Valença - RJ

Corria o ano de 1789, quando D. Maria I de Portugal incumbiu ao Vice-Rei Luiz de Vasconcelos e Souza, que iniciasse a catequese dos índios denominados Coroados. A empreitada não foi tão fácil, os coroados eram bastante temidos, mas não resistiram às armas dos homens comandados pelo capitão de ordenanças Inácio de Souza Werneck.

A noite os índios invadiam lavouras das fazendas vizinhas a aldeia, trazendo grandes prejuízos aos seus donos. As difíceis trilhas e densa floresta da mata atlântica dificultavam a viagem até a região dos coroados. Depois de vários combates com os destemidos Coroados, foi construída uma modesta capela dedicada a Nossa Senhora da Glória de Valença, em homenagem ao Vice-Rei descendente da tradicional família portuguesa dos Marqueses de Valença.

O contato com os colonizadores fez com que surgissem doenças, contra as quais os índios não tinham imunidade. Uma epidemia de varíola se propagou nesta época por várias aldeias, causando grande dano a comunidade indígena. Alguns poucos nativos que sobraram foram levados para Conservatória dos índios. Com a chegada do progresso a população branca aumentou e os poucos índios que restaram foram para Minas Gerais.

Colégio Theodorico Fonseca.

Rodoviária, antiga estação de trem.

Jardim de Cima

Em meados do século XIX, Valença tornou-se um dos municípios mais ricos do estado do Rio de janeiro. Várias linhas de trem cortavam seu território, para buscar as sacas de café estocadas nas fazendas. Uma grande malha ferroviária ligava Valença, Osório, Barão de Juparanã, Rio das flores, Conservatória e cidades vizinhas.

A instalação das oficinas e do 10.º Depósito da Central do Brasil; a construção da variante de Estêves e do trecho ferroviário entre Marquês de Valença e Taboas e de Rio Preto a Santa Rita de Jacutinga, fizeram também com que aumentasse a população, se enriquecesse o comércio e se desenvolvesse a indústria. Hoje suas belezas, tanto na arquitetura quanto as naturais, encantam a todos que nos visitam.

Jardim de Baixo.

Hotel Valenciano.

Catedral de Nossa Senhora da Glória.

Balneário Ronco D'água.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Talento da Terra: Aparecida dos Santos

Arte na rua. 

Aparecida dos Santos nascida no distrito de Santa Isabel é uma grande artista plástica de Valença, que publico aqui. Seu trabalho é muito bom e o que mais me admirou foi a sua luta para divulgar a sua arte. 

Ela já tem em seu currículo uma exposição na Fundação Léa Pentagna e no restaurante Fratelle aqui em Valença.

Outro dia eu a encontrei na Praça do Jardim de Baixo pintando esse quadro.




É necessário que o nosso governo de mais atenção a esses abnegados artistas, que lutam para sobreviver, divulgando em suas obras nosso belo município.






Quem estiver interessado entre em contato com a artista: Tel. 24 24584816

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