quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Projeto Valença Troca Livros

Vem aí o "Projeto Valença Troca Livros" Sem custo algum, apenas doação, amor. Aguardem!

Um projeto do Grupo de Escritores Flor e Poesia.

Cultura, dica de livros, escritores, incentivo à leitura, literatura, livro.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

A Biografia de Torquato Neto

Achei o livro,  "A Biografia de Torquato Neto", de Toninho Vaz, na Rodoviária do Rio, pelo preço de R$ 10,00 reais. Ainda tem vários exemplares lá. Está em um stand no segundo piso da rodoviária.

"Torquato Neto, herói de terra distante, de nossa triste pátria querida, da doce Teresina, morto tão cedo se foi. Oh! menino pouco amado, quase nunca lembrado, pelo monstro adormecido quase esquecido." 

Descobri Torquato em 1972, eu tinha apenas 19 anos. Foi seu lado mais triste que conheci primeiro. De todo seu bilhete lacônico, o que mais me marcou foi a frase final: "Prá mim chega".

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Lançamento do Livro de Rodrigo Magalhães, Descoberto da Mantiqueira - O Sertão Prohibido do Rio Preto

No dia 2 de setembro (sábado), as 19h, no Clube Cruzeiro, acontecerá em Rio Preto - MG, o lançamento do livro de Rodrigo Magalhães, "Descoberto da Mantiqueira - O Sertão Prohibido do Rio Preto ".

O evento conta com a participação dos artistas plásticos Wesley Rocher Monteiro, Flávia Machado ( com uma pequena mostra de seus trabalhos) e apresentação do trabalho de fotografia de Igor Alecsander, que participou da ilustração do livro. 

A noite de autógrafos conta com pessoas ilustres da cidade e região assim como profissionais da imprensa e mestres da literatura.




sábado, 26 de agosto de 2017

Poema de Gilberto Monteiro

Um poema de Gilberto Monteiro - Presidente da Fundação Lea Pentagna

Para Léa
No ar
seu perfume, sua risada.
Não mais de Léa
a presença
só a sua bem querença...
Toda arrodeada de
verde
a casa calada
parece que fala.

Não mais os amigos
os primos
e irmãos
mas de Léa
as marcas, as digitais
os sinais
as mãos

Arrodeada de verde
a casa calada
fala.

Relicário de um tempo
lento,
logo ali no passado,
sempre ninho de encontro
e de paz
nela ainda a alma
se refaz...

A casa calada
seu nome
sussurrra
com força estranha:
Lé Pentagna
da Cultura, das Artes
das cores
das flores
das dores
dos amores...

sábado, 19 de agosto de 2017

Panis et Circenses um Marco Cultural

O ano, 1968, lá fora o chicote da ditadura castigava o povo brasileiro, mas dentro dos estúdios gritos de liberdade se ouviam ao longe. O pão e circo imposto pelos generais, lhes era dado de volta por nossos artistas na forma de um novo movimento cultural, o tropicalismo, que tentava trazer de volta a liberdade e a esperança, há algum tempo afastadas do nosso povo.


A canção "Panis et Circenses", composta por Caetano Veloso (1942) e Gilberto Gil (1942), é lançada em 1968 nos discos Tropicália ou Panis et Circenses (Polygram/Phillips) e Os Mutantes (Polydor), neste com uma introdução de metais diferente da anterior. A interpretação da música é do grupo Os Mutantes, formado pela cantora e compositora Rita Lee (1947) e pelos irmãos compositores e instrumentistas Arnaldo Dias Baptista (1948) e Sérgio Dias Baptista (1951).


http://enciclopedia.itaucultural.org.br/…/panis-et-circenses

terça-feira, 1 de agosto de 2017

16ª Feira de Cultura na Fundação Lea Pentagna

A 16ª Feira de Cultura realizada pela Fundação Lea Pentagna foi um SUCESSO TOTAL E ABSOLUTO!

Palestras, artesanato, música e muito mais aconteceu na Fundação Lea Pentagna.







Informações:
Rua Vito Pentagna, 213
Valença (Rio de Janeiro)
Tel: 024 2453-4178
E-mail: lea.pentagna@uol.com.br

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sábado, 22 de julho de 2017

O Meu Pé de Laranja Lima, de José Mauro de Vasconcelos

Um clássico da literatura brasileira, O Meu Pé de Laranja Lima, livro de José Mauro de Vasconcelos. Com mais de 50 anos de existência o livro continua emocionando a todos. Você pode comprá-lo na Editora Melhoramentos.
Clique no link:

O protagonista Zezé tem 6 anos e mora num bairro modesto, na zona norte do Rio de Janeiro. O pai está desempregado, e a família passa por dificuldades. O menino vive aprontando, sem jamais se conformar com as limitações que o mundo lhe impõe – viaja com sua imaginação, brinca, explora, descobre, responde aos adultos, mete-se em confusões, causa pequenos desastres. As surras que lhe aplicam seu pai e sua irmã mais velha são seu suplício, a ponto de fazê-lo querer desistir da vida. No entanto, o apego ao mundo que criou felizmente sempre fala mais alto. Só não há remédio para a dor, para a perda. E Zezé muito cedo descobrirá isso. A alegria e a tristeza não poderiam estar mais bem combinadas do que nestas páginas. E isso, se não explica, justifica a imensa popularidade alcançada pelo livro.



Sobre José Mauro de Vasconcelos
Autor de belos romances tinha método originalíssimo. De início, escolhia os cenários onde se movimentarão seus personagens. Transportava-se então para o local, onde realizava estudos minuciosos. Para escrever Arara vermelha, percorreu cerca de 450 léguas no sertão bruto.

Em seguida, José Mauro dava asas à sua fantasia e, na imaginação, construía todo o romance, determinando até mesmo as frases da dialogação. Tinha uma memória que, durante longo tempo, lhe permitia lembrar dos mínimos detalhes do cenário estudado. "Quando a história está inteiramente feita na imaginação", revelava o escritor, "é que começo a escrever. Só trabalho quando tenho a impressão de que o romance está saindo por todos os poros do corpo. Então vai tudo a jato".