sábado, 28 de dezembro de 2013

Mr. Tambourine Man - Bob Dylan

No início de 1960, Bob Dylan, um jovem cantor de humor cortante, com suas letras atuais expressivas e o seu estilo de cantor nasal, começou a fazer um grande sucesso  especialmente na Nova Iorque. Surgia aí um dos maiores poetas contemporâneo americano, que se tem notícia. Robert Allen Zimmerman, mais conhecido como Bob Dylan, nasceu no estado de Minnesota, neto de imigrantes judeus-russos, no início de sua carreira seu estilo era a folk music, influenciado pelo fantástico cantor folk, Woody Guthrie.



Hei! Senhor Tocador de pandeiro, toque uma canção para
mim,
Não estou dormindo, e não há lugar onde eu possa ir.
Hei! Senhor Tocador de pandeiro, toque uma canção para
mim,
Na aguda manhã desafinada eu o seguirei.

Embora eu saiba que todo império retornou ao pó,
Varrido de minha mão,
Deixando-me cegamente aqui parado, mas ainda não
dormindo.
Meu cansaço me espanta, estou plantado por meus pés,
Não tenho quem encontrar,
E a velha rua vazia está muito morta para sonhar.

Hei! Senhor Tocador de Pandeiro, toque uma canção para
mim,
Não estou dormindo, e não há lugar onde eu possa ir.
Hei! Senhor Tocador de Pandeiro, toque uma canção para
mim,
Na aguda manhã desafinada eu o seguirei.

Leve-me a uma viagem em sua mágica nave ressoante,
Meus sentidos foram arrancados, minhas mãos não podem
segurar,
Meus pés estão muito dormentes para pisar, esperando
apenas minhas botas
Para perambular.
Estou pronto para ir a qualquer lugar, estou pronto
para desaparecer
Em minha própria parada, moldando sua dança a meu
caminho,
Eu prometo segui-la.

Hei! Senhor Tocador de Pandeiro, toque uma canção para
mim,
Não estou dormindo, e não há lugar onde eu possa ir.
Hei! Senhor Tocador de Pandeiro, toque uma canção para
mim,
Na aguda manhã desafinada eu o seguirei.

Embora você possa ouvir-me rindo, girando, dançando
loucamente através do sol.
Não está vendo ninguém, está só fugindo correndo,
Pois no céu não há cercas revestidas.
E se você ouvir traços vagos de rimas enroladas
Para o seu tamborim no momento, é apenas um rude
palhaço atrás,
Eu não lhe pagaria mente alguma, é apenas a sua
sombra,
Visto que está lhe perseguindo.

Hei! Senhor Tocador de pandeiro, toque uma canção para
mim,
Não estou dormindo, e não há lugar onde eu possa ir.
Hei! Senhor Tocador de pandeiro, toque uma canção para
mim,
Na aguda manhã desafinada eu o seguirei.

Então me faça desaparecer através dos anéis de fogo de
minha mente,
Abaixo das ruínas nebulosas do tempo, passando ao
longe das folhas congeladas,
O assombro, árvores assustadoras, para fora da praia
ventosa,
Longe do alcance distorcido da tristeza insana.
Sim, para dançar sob o céu de diamantes com uma mão
acenando livremente,
Em silhueta para o mar, circulado por areias
circulares,
Com toda a memória e destino navegando profundamente
abaixo das ondas,
Deixe-me esquecer do hoje até amanhã.

Hei! Senhor Tocador de Tamborim, toque uma canção para
mim,
Não estou dormindo, e não há lugar onde eu possa ir.
Hei! Senhor Tocador de Tamborim, toque uma canção para
mim,
Na aguda manhã desafinada eu o seguirei.

sábado, 14 de dezembro de 2013

Livros são Ótimos Presentes de Natal

Quer dar bons presentes de natal para quem você gosta?

Dê livros da Editora Patuá.

A leitura nos mostra um caminho mais rápido para a cidadania.

Livro Universo Interior de Victor S. Gomez

Victor S. Gomez é escritor, artista plástico, ator e educador social.
Fundador da ONG CECI – Centro Cultural Criança Cidadã – Seropédica (2002-2005). Coordenador do curso de informática das ONGs CADECS e CECI em parceria com o CDI (Comitê para Democratização da Informática), durante os anos de 2000/2005.
Participou como convidado do evento de meio ambiente TEDx-Amazônia, representando a cidade de Valença (2010). Em 2011 recebeu o Título de Cidadão Valenciano pela Prefeitura Municipal, pela imensa contribuição e relevantes serviços prestados ao município de Valença. Voluntário da AGFORV - Associação dos Grupos de Folias de Reis de Valença exercendo a atividade de Fotografia, Filmagem e Divulgação na Internet (2013).


Livro Outro Dia de Folia de Eduardo Lacerda

Eduardo Lacerda, autor do livro de poemas Outro dia de folia, nasceu em Porto Alegre em 1982, mas vive em São Paulo, cidade que ama, desde os dois anos de idade. Cursou Letras, com habilitação em Português e Linguística, na Universidade de São Paulo, mas não concluiu o curso. Como um legítimo geminiano, também não conseguiu concluir nada até hoje. Coeditou a Revista Metamorfose e O Casulo – Jornal de Literatura Contemporânea. Já trabalhou como assistente de produção cultural na Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura e como produtor cultural no Programa São Paulo: um Estado de Leitores. Atualmente, é coeditor da Editora Patuá, onde acredita que livros são amuletos. Tem poemas publicados em revistas eletrônicas e impressas como Entrelivros, Mirante, Ventos do Sul, Cronópios, Germina e em algumas antologias, como a Antologia Vacamarela e El Vértigo de los Aires (México). Não se considera poeta, sua verdadeira paixão é fazer nascer livros e poetas. Não se leva a sério, embora leve a sério a literatura. Por fim, gosta de truco, tango, cerveja, tarot, video-games e orquídeas. Outro dia de folia foi premiado pelo ProAC 2011 - Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo.


Livro Desnorteio de Paula Fábrio

Autora do romance Desnorteio, Paula Fábrio nasceu em 1970 na cidade de São Paulo. Formada em Comunicação Social pela Faap, atuou como redatora de publicidade. No campo literário, idealizou e dirigiu a Rato de Livraria, gerenciou o acervo da Biblioteca de São Paulo e atualmente escreve artigos para revistas acadêmicas. Desnorteio recebeu o Prêmio São Paulo de Literatura - na categoria de autor estreante -.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Arte Sol: Em Prol do Artesanato Solidário

O novo site da ArteSol mostra um trabalho de grande valor. Eles são uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), que se preocupa com a sociedade e tem uma política de responsabilidade sócio ambiental, o que já faz dele um um importante trabalho em benefício de todos. Sempre voltados para as populações mais carentes, buscam a preservação da cultura popular, preservando o artesanato tradicional, além de buscar a transformação social do segmento que apóia.


O ArteSol ainda oferece capacitação em diversas áreas, visando a melhoria do trabalho artesanal e a geração de renda para o artesão, além de  ser contra o trabalho infantil e a favor do respeito ao meio ambiente.


"O ArteSol nasceu da preocupação sensível de pessoas reunidas em torno do desejo e da necessidade de oferecer respostas a desafios colocados pela realidade social brasileira. Inicialmente idealizado como projeto de combate à pobreza em regiões castigadas pela seca, o Artesanato Solidário/ArteSol foi concebido em 1998 como um programa social, e a partir de 2002, tornou-se uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público).

Suas ações beneficiam particularmente brasileiros situados nas comunidades mais pobres do país. É uma iniciativa norteada pela convicção de que as práticas culturais populares, como o artesanato tradicional, são um poderoso acervo para transformações sociais." Leia mais...