quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

A Arte e a Beleza no Cinema: Rita Hayword

Uma das mais belas atrizes que o mundo já conheceu. O que vocês acham?


Nascia em 1918, em Nova York, Margarita Carmen Cansino, ou melhor Rita Hayword. Adorada por uma multidão de fãs, a mais bela das atrizes de Hollywood, era norte-americana de ascendência espanhola e irlandesa. Imortalizada como símbolo da beleza e sedução em Gilda, filme de 1946, Rita Hayword fez sucesso em vários outros filmes, entre eles Cover Girl (1944).



 
Rita Hayword subiu aos palcos pela primeira vez com doze anos de idade. Ao longo da adolescência, ela se apresentou várias vezes em cassinos na fronteira dos EUA com o México. Rita Hayword atingiu seu pleno sucesso na década de 1940, tornando-se símbolo sexual daquela época.





fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Rita_Hayworth

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Cida Vieira Esculturas

Por volta de 1999, chega em Marechal Deodoro, Alagoas, o artesão Soço com sua família vindos da cidade de Boca da Mata. Cidade tradicionalmente conhecida pelas esculturas em madeira do velho Manoel da Marinheira onde Soço adquiriu sua técnica. Sua esposa Rita Aparecida Rosendo Vieira, conhecida por Cida, inicialmente se limitava a ajudá-lo complementando suas peças de bichos entalhados em troncos de jaqueiras até que o destino a separou do marido que veio a falecer pouco tempo depois da chegada na cidade.


Cida e Anderson, seu filho, deram continuidade ao trabalho pelo amor ao ofício e como forma de sobrevivência. Cida Vieira foi se libertando das imposições e quebrando aos poucos os grilhões que a prendiam a seus mestres e foi fugindo das repetidas peças artesanais com a marca registrada do ofício de Boca da Mata. Hoje, Cida pode ser conhecida não simplesmente como uma artesã que domina o entalhe na madeira, mas como uma verdadeira artista que utiliza a escultura como seu veículo de expressão.

Suas obras e de seu filho podem ser apreciadas e adquiridas em sua loja/atelier na AL-101 Sul, próximo ao trevo da Praia do Francês.
Contato: (82) 3260-1257.
vieira.arte@gmail.com


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

A Rua dos Cataventos

Mário Quintana poeta das coisas simples, irônico, jornalista e tradutor, nasceu em Porto alegre em 30 de julho de 1906. Seu primeiro livro de poesias, A Rua dos Cataventos, foi lançado em 1940, tendo início ai sua carreira de poeta. 


Publico aqui o poema "A Rua dos Cataventos", pois me lembra Conservatória, aqui em Valença - RJ, aonde fiz essa foto.


A Rua dos Cataventos 
Da vez primeira em que me assassinaram,
Perdi um jeito de sorrir que eu tinha.
Depois, a cada vez que me mataram,
Foram levando qualquer coisa minha.
Hoje, dos meu cadáveres eu sou
O mais desnudo, o que não tem mais nada.
Arde um toco de Vela amarelada, Como único bem que me ficou.
Vinde! Corvos, chacais, ladrões de estrada!
Pois dessa mão avaramente adunca
Não haverão de arracar a luz sagrada!
Aves da noite! Asas do horror! Voejai!
Que a luz trêmula e triste como um ai,
A luz de um morto não se apaga nunca!

Obra poética
  • A Rua dos Cataventos - Porto Alegre, Editora do Globo, 1940
  • Canções - Porto Alegre, Editora do Globo, 1946
  • Sapato florido - Porto Alegre, Editora do Globo, 1948
  • O aprendiz de feiticeiro - Porto Alegre, Editora Fronteira, 1950
  • Espelho mágico - Porto Alegre, Editora do Globo, 1951
  • Inéditos e esparsos - Alegrete, Cadernos do Extremo Sul, 1953
  • Poesias - Porto Alegre, Editora do Globo, 1962
  • Caderno H - Porto Alegre, Editora do Globo, 1973
  • Apontamentos de história sobrenatural - Porto Alegre, Editora do Globo / Instituto Estadual do Livro, 1976
  • Quintanares- Porto Alegre, Editora do Globo, 1976
  • A vaca e o hipogrifo - Porto Alegre, Garatuja, 1977
  • Esconderijos do tempo - Porto Alegre, L&PM, 1980
  • Baú de espantos - Porto Alegre - Editora do Globo, 1986
  • Preparativos de viagem - Rio de Janeiro - Editora Globo, 1987
  • Da preguiça como método de trabalho - Rio de Janeiro, Editora Globo, 1987
  • Porta giratória - São Paulo, Editora Globo, 1988
  • A cor do invisível - São Paulo, Editora Globo, 1989
  • Velório sem defunto - Porto Alegre, Mercado Aberto, 1990
  • Água - Porto Alegre, Artes e Ofícios, 2001