terça-feira, 19 de agosto de 2014

A arte no Oriente Antigo

No final do Neolítico surge o artífice, o diletantismo dá lugar ao profissional. O artista que modela, esculpe, pinta e passa a viver da sua arte, igualmente como aquele que faz sapatos e machados. No antigo Egito, o aparecimento de uma elite, aumenta gosto por essas obras e esse avanço cultural torna-os mais exigentes.

O estilo geométrico vai ficando para trás e dando lugar a uma arte menos tradicionalista. Ela surge em função de toda uma mudança de comportamento. O homem antes um camponês errante é agora um intelectual. O acumulo de bens nos grandes centros e a vida urbana faz com que ele se estimule intelectualmente.

Essa mudança se dá de maneira lenta e gradual, no campo ela resiste por mais tempo, mas nos grandes centros ela é impulsionada não só pela mudança cultural e econômica, mas também pelo fato do povo viver sob intensa coação. No Oriente antigo, vivia-se sob grande pressão e isso nos mostra que as notáveis obras de arte, se devem a essa processo de tensão prolongada. Preconceitos sociais, incompreensão do público, fazem com que essa arte se impulsione, o artista tem como objetivo vencer o impossível.

fonte: Grandes Império e Civilizações

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