sábado, 6 de setembro de 2014

Marcelino Sanz de Sautuola

Em 1879 um homem e sua pequenina filha de oito anos, caminhavam pela região de Cântabro de Santillana Del Mar, Espanha, a procura de peças arqueológicas. Uma brisa suave que vinha da direção do mar, fazia com que a caminhada se tornasse mais leve.

Com olhos aguçados vasculhava cada pedaço do lugar a procura de objetos antigos. Não sabia estar próximo de encontrar algo, que se tornaria uma das maiores descobertas do século XIX. Quase sem perceber pararam diante de uma caverna. Ao entrar na gruta de Altamira, sua filha Maria avançou por uma ala até então desconhecida da caverna e para sua surpresa ao ir atrás da menina, ele encontrou várias pinturas rupestres.


As pinturas situadas na parte mais profunda da caverna eram usadas em rituais mágicos pelos homens primitivos. Para o homem das cavernas ter a pintura, era ter a certeza da captura do animal.

Usando os dedos e vários tipos de pigmentos de plantas, argila, carvão, sangue, oxido de manganês e gordura animal, esses artistas do período paleolítico realizaram verdadeiras obras de arte.

O autor dessa importante descoberta, Marcelino Sanz de Sautuola, farmacêutico, botânico e arqueólogo, morreu desacreditado. Somente anos mais tarde, foi lhe dado o devido crédito.

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