sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Mestre Vitalino

Audiovisual 2008 (souzabersi@hotmail.com)

Concepção de Pedro Bersi (SC Brasil)

A Arte de Mestre Vitalino (Caruaru PE)


Áudio extraído do comercial criado pela GFM-Propeg, agência de propaganda da Bahia, para o Banco Econômico, em 1979 (filme exibido no YouTube).

Vitalino Pereira dos Santos, o Mestre Vitalino, consagrou-se com sua arte de fazer bonecos em Caruaru, onde nasceu, perto do rio Ipojuca, em 1909.

Mestre Vitaliano foi um artesão ceramista mundialmente conhecido por retratar em seus bonecos de barro a cultura e o folclore do povo nordestino. Esta retratação ficou conhecida entre especialistas como arte figurativa.

Parte de sua obra pode ser contemplada no Museu do Louvre, em Paris, na França. Sua capacidade criadora se desenvolveu de tal maneira que acabou se tornando o maior ceramista popular do brasil.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Livro de Victor S. Gomez no Prêmio OLHO VIVO 2014

Victor S. Gomez é Valença - RJ no Prêmio OLHO VIVO 2014

Meu livro "Universo Interior" lançado pela Editora Patuá está entre os 10 indicados ao Prêmio OLHO VIVO 2014.

Quem quiser colaborar, se achar que eu mereço, e quiser dar uma força para eu ficar em primeiro lugar, entre no link e fique a vontade para votar. 

É necessário apenas fazer um pequeno cadastro e votar.

Desde de já agradeço a todos.

Quem puder votar no meu livro "Universo Interior" para o prêmio Olho Vivo, clica no link:
da votação: http://www.olhovivoca.com.br/enquetes/91/livro-em-qual-voce-vota-para-receber-o-premio-olho-vivo-2014/

Abraços

"O livro Universo Interior é formado por contos, aonde são reveladas passagens de uma infância rica e cheia de fantasia, apresentadas por meninos que viveram em uma época em que tudo era possível, até mesmo acreditar que o improvável poderia ser realidade.

Ele nos remete a um passado não muito distante, de cidades interioranas, tranquilas e a um mundo interior cheio de mistérios, com personagens que lutam contra seus medos e que possuem problemas que não são revelados, mas que são muito comuns a todos nós. 

Um universo interior que pertence a todos, mas que só nós mesmos é que podemos administrá-lo.”


sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Valença - RJ

Corria o ano de 1789, quando D. Maria I de Portugal incumbiu ao Vice-Rei Luiz de Vasconcelos e Souza, que iniciasse a catequese dos índios denominados Coroados. A empreitada não foi tão fácil, os coroados eram bastante temidos, mas não resistiram às armas dos homens comandados pelo capitão de ordenanças Inácio de Souza Werneck.

A noite os índios invadiam lavouras das fazendas vizinhas a aldeia, trazendo grandes prejuízos aos seus donos. As difíceis trilhas e densa floresta da mata atlântica dificultavam a viagem até a região dos coroados. Depois de vários combates com os destemidos Coroados, foi construída uma modesta capela dedicada a Nossa Senhora da Glória de Valença, em homenagem ao Vice-Rei descendente da tradicional família portuguesa dos Marqueses de Valença.

O contato com os colonizadores fez com que surgissem doenças, contra as quais os índios não tinham imunidade. Uma epidemia de varíola se propagou nesta época por várias aldeias, causando grande dano a comunidade indígena. Alguns poucos nativos que sobraram foram levados para Conservatória dos índios. Com a chegada do progresso a população branca aumentou e os poucos índios que restaram foram para Minas Gerais.

Colégio Theodorico Fonseca.

Rodoviária, antiga estação de trem.

Jardim de Cima

Em meados do século XIX, Valença tornou-se um dos municípios mais ricos do estado do Rio de janeiro. Várias linhas de trem cortavam seu território, para buscar as sacas de café estocadas nas fazendas. Uma grande malha ferroviária ligava Valença, Osório, Barão de Juparanã, Rio das flores, Conservatória e cidades vizinhas.

A instalação das oficinas e do 10.º Depósito da Central do Brasil; a construção da variante de Estêves e do trecho ferroviário entre Marquês de Valença e Taboas e de Rio Preto a Santa Rita de Jacutinga, fizeram também com que aumentasse a população, se enriquecesse o comércio e se desenvolvesse a indústria. Hoje suas belezas, tanto na arquitetura quanto as naturais, encantam a todos que nos visitam.

Jardim de Baixo.

Hotel Valenciano.

Catedral de Nossa Senhora da Glória.

Balneário Ronco D'água.