terça-feira, 22 de dezembro de 2015

As Noites das Grandes Fogueiras - Domingos Meireles

li e recomendo. Para quem quer conhecer o Brasil, que não passa na escola, com um olhar mais crítico.

As Noites das Grandes Fogueiras - Domingos Meireles - A Coluna Prestes

Livro narra a epopeia da Coluna Prestes, um movimento político-militar brasileiro que ocorreu entre os anos 1925 e 1927 e estava ligado ao tenentismo, e a insatisfação com a República Velha, a luta pela exigência do voto secreto, defesa do ensino público e a obrigatoriedade do ensino primário para todo povo brasileiro.  



quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Livro "A Semente" na Final do Prêmio Olho Vivo

Agradeço a todos que votaram no meu livro "A Semente", que ficou entre os 3 primeiros classificados na categoria livro, no Prêmio Olho Vivo, do Jornalista Cláudio Alcântara, na votação pela internet. 

Veja o resultado da votação aqui: http://www.olhovivoca.com.br/enquetes/124/livro-em-qual-voce-vota-para-receber-o-premio-olho-vivo-2015/resultado/

Agora vamos ao júri técnico, em fevereiro no Teatro Gacemess, em Volta Redonda

Publiquei um Presente de Natal para todos que votaram e para os que não votaram no meu livro. É o conto que dá nome ao livro "A Semente". Espero que gostem.

Deixem aqui o seu comentário sobre o conto.

A Semente - Victor S. Gomez
Enquanto Lila mordia aquela fruta, eu ia pensando o que seria do mundo sem a semente que estava dentro dela. A cada mordida minha agonia aumentava. Meu medo era da semente ser machucada pela mordida e não mais germinar. A árvore de fruta manga era a última que restava nesta parte do mundo. Já há algum tempo as árvores foram parando de florescer. Demorava mais um tempo e elas começavam a secar. As folhas caiam e logo depois os galhos secos quebravam, sobrando no final apenas o tronco enrugado e morto.
Meu pai era um dos guardiões das últimas árvores e assim que ele morreu os chefes da aldeia elegeram-me para substitui-lo. A princípio tentei escapar dessa tarefa, pois sabia que não teria tempo para mais nada. Pensei nas brincadeiras que perderia, nos mergulhos na lagoa do Mato Alto, nas escaladas ao Pico da Fumaça, Tudo isso ficaria impossível de agora em diante. Não tive escolha, o posto era hereditário. Passava de pai para filho. Dia e noite eu teria de ficar ali, tomando conta da árvore de fruta manga, pois ela fora a única a resistir à praga.
Muitas notícias chegavam até minha aldeia sobre os acontecimentos de fora. Os viajantes diziam que todas as árvores estavam doentes e morrendo por todos os lugares onde passavam. Diziam terem encontrado pelos caminhos do mundo, pessoas catando amostras e fazendo cara feia para quem tentava conseguir com eles uma resposta sobre o assunto. Quando alguém se aproximava, simplesmente fechavam a cara e davam as costas, deixando quem perguntava falando sozinho. Às vezes ameaçavam com gestos e palavras obscenas. Poucos resolviam falar e para espanto dos viajantes diziam apenas não ter nada a declarar. O certo era que se sabiam de alguma coisa, não contavam nem para eles mesmos.
Um dos aldeões, me contou que um tempo atrás o homem havia selado seu destino na terra. Não soubera usar seu planeta e encerrara seu ciclo de vida nesse mundo. A prova era a morte lenta e agonizante das árvores. As plantas pequenas, disse ele, ainda não tinham sido atingidas, mas em breve uma nova praga surgiria acabaria com elas também. Essa profecia apocalíptica me deixara tão deprimido e angustiado, que eu nem mais conseguia dormir direito. Passava a maior parte das noites em claro, esperando a última árvore de fruta manga florescer. Precisava apenas de uma flor, para dela surgir um fruto e assim conseguir uma semente. A resistência daquela arvore talvez trouxesse uma nova planta e quem sabe enterrasse para sempre a profecia daquele aldeão. Perdido em meus pensamentos e com tantas noites sem dormir dei uma pequena cochilada. Devo ter passado um bom tempo assim. Quando abri os olhos, dei um salto ao me deparar com a menina Lila mordendo a fruta manga que acabara de madurar. Não quis gritar para não assustá-la. Podia com o susto fazê-la sem querer morder a semente e acabar com a nossa última esperança. Esperei ali parado, quieto, vendo-a brincar com o caroço na boca. Sei que se as outras pessoas a descobrissem fazendo aquilo, ela seria castigada. Mas eu a entendia, ela era uma menina pequenininha, bem mais nova do que eu, como poderia resistir aquela doce fruta madura.

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Sobre o Livro "Universo Interior" e seu Autor Victor S. Gomez

Livro Universo Interior

Nome: Victor S. Gomez

Email: victorsgomez@gmail.com


Site do autor: www.victorsgomez.com

Título da obra: Universo Interior


Sinopse: "O livro Universo Interior é formado por contos, aonde são reveladas passagens de uma infância rica e cheia de fantasia, apresentadas por meninos que viveram em uma época em que tudo era possível, até mesmo acreditar que o improvável poderia ser realidade.

Ele nos remete a um passado não muito distante, de cidades interioranas, tranquilas e a um mundo interior cheio de mistérios, com personagens que lutam contra seus medos e que possuem problemas que não são revelados, mas que são muito comuns a todos nós. 

Um universo interior que pertence a todos, mas que só nós mesmos é que podemos administrá-lo.”



Victor S. Gomez é Escritor, Ator e Educador social:

- Trabalhou com crianças em situação de risco social pela prefeitura do Rio de Janeiro como terceirizado (1998-1999).

- Trabalhou com o Projeto Comunidade solidária em Paciência, com adolescentes dependentes químicos (1999).

- Fundador da ONG CADECS - Centro de Assessoria e Desenvolvimento Cultural e Social - Seropédica (2000-2002).

- Fundador da ONG CECI – Centro Cultural Criança Cidadã – Seropédica (2002-2005).

- Coordenador do curso de informática das ONGs CADECS e CECI em parceria com o CDI (Comitê para Democratização da Informática), durante os anos de 2000/2005.

- No município de Valença, ajudou a realizar o Projeto SOS Serra dos Mascates desde 2008.

- Participou como convidado do evento de meio ambiente TEDx-Amazônia, em Manaus, representando a cidade de Valença (2010).

- Em 2011 recebeu o Título de Cidadão Valenciano pela Prefeitura Municipal, pela imensa contribuição e relevantes serviços prestados ao município de Valença.

- Voluntário da AGFORV - Associação dos Grupos de Folias de Reis de Valença exercendo a atividade de Fotografia, Filmagem e Divulgação na Internet (2013).

- Autor do Livro Universo Interior publicado pela Editora Patuá. (2013)

- Participação no livro "Coletânea FLIVA 2014 - Autores Valencianos

- Participação no livro "Coletânia de Natal - Um Presente do Céu" da Editora Interagir (2014).

- 1º lugar no Prêmio Olho Vivo 2014, de Volta Redonda, região sul do Estado do Rio de Janeiro, com o livro "Universo Interior".


Comentários sobre o livro "Universo Interior"

"Oi, Victor! Acho que ainda não parabenizei você pelo lançamento do livro Universo Interior. Então, Parabéns!!! Valeu esperar, não é? Assim que puder, vou ao Rio e pego meu autógrafo!
Beijos, Leila Bortolazzi"
Leila Bortolazzi – Editora da Melhoramentos
https://www.facebook.com/leila.bortolazzi?fref=ts


"Concluído! Acabei de ler o livro "Universo Interior", escrito pelo meu amigo Victor S. Gomez. Ótima leitura! A obra de ficção, recheada de contos, fala de tudo: fantasias, tristezas, partidas, alegrias, infância, sonhos, destino, desejos, etc. O livro tem como palco a típica cidade do interior, com seus modismos, suas tipicidades, seus encantos.
Uma análise mais profunda pode transformar o escrito numa análise psicológica do autor, um mergulhar na alma deste cronista que nos presenteou com um texto rico de fantasias e encantos. Um livro de fácil leitura e muito atrativo. Vale a pena ler!!!"
Paulo Nobre - Jornalista - Jornal local
https://www.facebook.com/paulo.nobre.908?fref=ts


“Livro ‘Universo Interior’ de Victor S. Gomez - Indico porque assim como Mosaico de Gilberto Monteiro, é um livro que marca por sua simplicidade, facilidade e acessibilidade a um "universo" com infinitas possibilidades. Essencial.”
Giovanni Nogueira - Jornalista - Jornal Local
https://www.facebook.com/gnogueira22?fref=ts


“Universo Interior, livro de Victor S. Gomez, cheio de contos fantásticos e surrealistas."
Ricardo Schott - Jornalista - Jornal O Dia
https://www.facebook.com/ricardo.schott?fref=ts


Caro amigo, estaremos todos festejando o seu, o nosso, Universo Interior... Quero saldar sua sensibilidade, de saber como resgatar nossa criança, sonhos pueris que ainda povoam nosso imaginário, que bela viagem para dentro... O mundo anda carente deste fascínio e você nos presenteia.
Sonia Rachid - Arquiteta
https://www.facebook.com/sonia.rachid.1?fref=ts


"Comentário para Victor S.Gomez: A Editora Patuá está de parabéns ao acreditar no potencial de escritor de Victor Gomez, lançando o Livro Universo Interior. De linguagem simples, a partir de cenas do quotidiano, de memórias e brincadeiras de infância, o autor vai estabelecendo diálogos que atingem todas as pessoas. Além de embaixador de Valença, por divulgar nossas riquezas naturais, turísticas, arquitetõnicas, ele cria, recria um "Universo", onde cada um de nós pode encontrar-se com seu "eu" mais profundo. Recomendo a leitura, pois será a porta aberta para inumeras emoções."
Dilma Dantas Moreira Mazzeo - Diretora de Eventos da Fundação Lea Pentagna
https://www.facebook.com/dilma.dantasmoreiramazzeo?fref=ts


Parabéns Victor S. Gomez! Hoje fiquei muito feliz por compartilhar desse momento tão importante em sua vida. Fragmentos de felicidade que com certeza não demoram a virar "estórias". Que você é uma pessoa especial todos nós já sabemos, e o talentoso escritor estamos descobrindo. Que o Senhor te abençoe e te guarde por onde quer que andares. Sucesso sempre!!
Katia Berkowicz - Diretora de Comunicação da Prefeitura de Valença - RJ
https://www.facebook.com/katia.berkowicz?fref=ts


"Victor
Críticas e analises a quem é de competência, mas uso o arbítrio para te dar os parabéns.
Acho que o trabalho de um escritor está realizado mais completamente no prazer particular do seu leitor. Acho o conto uma arte difícil, mais fácil construir um romance bom, pela continuidade que dá sempre mais tempo de salvá-lo. Você conseguiu manter um bom nível em todos os contos e encontrou a chave de saber começa-los, sem forçar a continuação deste começo, fez do começo um ato livre e do fim um momento certo, sem aquele adeus esticado e chato.
Pegue seu embornal e saia pela sua longa estrada do escrever. Espero que sempre com a simplicidade dos sábios."

Alice Jardim – Artista Plástica

sábado, 12 de dezembro de 2015

O Que me Inspira a Escrever

O que me inspira quando quero escrever? 

Posso dizer que várias coisas me inspiram, mas colocarei aqui as principais. 

O barulho da chuva me traz lembranças, de uma vida tranquilo em um Rio de Janeiro, que na minha infância já era grande, mas parecia mais com uma grande cidade do interior. Nessas lembranças revisito meu passado.

O olhar de uma criança, sensibiliza qualquer um, e pode trazer para a minha mente personagens que vivem e pulsam dentro de mim. 

E o que direi de uma boa música erudita, nela consigo ver imagens que se escondem por entre suas notas, imagens as vezes tão próximas do real que até consigo transpô-las para o papel.

Para mim escrever é uma arte solitária e penso que se eu conseguir passar o que fiz apenas para um número pequeno de pessoas, isso já será um grande ganho. O que me importa mesmo é a satisfação de quem lê. Como eu gostaria de saber a reação de cada uma das pessoas que leram meu livro!

Minha interpretação do livro “A Semente” é diferente de tudo que eu possa imaginar, se eu lê-lo novamente, vou modificá-lo e assim sucessivamente, eternamente, pois cada conto é vivo, tem grande parte de mim neles; e como a vida segue seu curso de diversas maneiras devido ao nosso livre arbítrio, ou as várias escolhas que fazemos diante dela, as possibilidades de novos caminhos nos contos são infinitas.

Meus livros:


quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

"A Semente", Livro de Victor S. Gomez no Prêmio OLHO VIVO 2015

"Muitas vezes, mais belo é o olhar poético, não de quem escreve, mas de quem observa tudo com amor." Victor S. Gomez

"A Semente", Livro de Victor S. Gomez, Concorre ao Prêmio Olho Vivo
Prêmio OLHO VIVO 2015 - Categoria Livro

Preciso da ajuda dos amigos para ir ao júri técnico.
Vote no link, por favor. http://migre.me/sdUCv

"A Semente", livro de Victor S. Gomez é o homenageado no primeiro dia do Prêmio OLHO VIVO 2015 - Categoria Livro.

Dez participam da votação popular, classificando três para a etapa final que irão ao júri técnico.

Este ano o Prêmio OLHO VIVO 2015 tem consultoria do Escritório de Apoio à Produção Cultural do UBM.

Sobre o Livro " A Semente"
"A semente surge de um tempo imemorial, de recantos escondidos da mente, de lugares onde nem sempre estivemos. Quem sabe até percorremos esses lugares, mas tantas são as lembranças, e de serem tantas, nem todas conseguimos nos lembrar. 

Visões que podem ser apenas imagens holográficas, películas de um filme encostado no fim do universo. Que se repetem infinitamente, para a frente e para trás. Visões tão imensamente difíceis de imaginar, que nos deixamos levar nessa viagem fantástica, por lugares e caminhos que as vezes até escolhemos, mas nem sempre percebemos se são os certos.

A mente esquadrinha o espaço e o tempo, pode ser nessa vida, ou em outras, mas ao mesmo tempo em tantas outras. Sementes do medo, da incerteza, da alegria, do amor; de uma infinidade de sentimentos, que se estendem para sempre, num infinito de mundos, todos nossos, íntimos, mas ao mesmo tempo um imenso desconhecido."

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

A Grande Marcha

Trecho do conto "A Grande Marcha", do livro "Outros Mundos" de Victor S. Gomez.

"Nos meses seguintes, começamos a descobrir o outro lado de nossas vidas. Os corpos espalhados pelo chão ao longo do caminho davam a dimensão do que estava por acontecer. Nossas tropas esmagavam implacavelmente os inimigos. Por todas as cidades que passávamos só havia destruição. Nenhum prédio ficava de pé. Às vezes alguns sobreviventes formavam grupos e fustigavam nossa retaguarda, mas logo eram exterminados por nossos valorosos guerreiros. "


"Outros Mundos" surge de um tempo imemorial, de recantos escondidos da mente, de lugares onde nem sempre estivemos. Quem sabe até percorremos esses lugares, mas tantas são as lembranças, e de serem tantas, nem todas conseguimos nos lembrar. 

Visões que podem ser apenas imagens holográficas, películas de um filme encostado no fim do universo. Que se repetem infinitamente, para a frente e para trás. Visões tão imensamente difíceis de imaginar, que nos deixamos levar nessa viagem fantástica, por lugares e caminhos que as vezes até escolhemos, mas nem sempre percebemos se são os certos.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Arte Pré-histórica

Pinturas encontradas em cavernas, do período paleolítico, cerca de 50000 a 10000 anos atrás.


Obras de arte com intenção mágica, essas pinturas nos mostram, que a arte rupestre tinha a intenção de proporcionar ao homem a ideia de que, pintar o animal significava ter o próprio animal.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

A Arte Digital de Philip Scott Johnson

Philip Scott Johnson é um incrível artista digital, nascido em de St. Louis, Missouri, Estados Unidos.


Deliciem-se com esses dois trabalhos magníficos. 500 Anos de Retratos Femininos na Arte Ocidental e A Evolução da Beleza.

500 Anos de Retratos Femininos na Arte Ocidental 

A Evolução da Beleza

domingo, 8 de novembro de 2015

Técnica de Craquelê

Técnica de Craquelê, de origem francesa, responsável pelo efeito “rachadura” em vidro e em madeira.


Transformando peças comuns em produtos exclusivos, você poderá criar verdadeiros trabalhos artísticos.

Utilize esse trabalho artesanal, para aumentar sua renda.

Aproveite o passo a passo do vídeo e bom trabalho.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

A Arte Misteriosa das Pirâmides

A mais antiga das três, a grande pirâmide de Keops, presume-se que foi construída há aproximadamente 4.400 anos. Então por que ainda hoje não se conhece técnicas capazes de levantar pedras, que pesam 30.000 quilos até uma altura de 150 metros? E de onde tiraram tantas pedras, se a pedreira mais próxima está a uma distância de mais ou menos 1.000 km? Um mistério até hoje praticamente insolúvel. Muitas são as teorias, mas nenhuma delas solucionam essas questões.

Até hoje a arte de construção desses grandes monumentos, continuam um mistério para nós. Teriam 100.00 homens transportados durante 20 anos, cerca de 2 milhões e meio de blocos de pedra, para a construção das pirâmides? Somente as próprias pirâmides podem responder essas perguntas, somente elas são testemunhas de sua construção.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

O Comércio na Roma Antiga

Uma festa era realizada quando se inaugurava algum tipo de comercio nas cidades romanas e oferendas eram oferecidas para o deus romano MERCÚRIO (Mercurius), HERMES - deus do comércio. Mas não foi apenas os cultos e as oferendas que colaboraram com o crescimento do maior Império da antiguidade, o comercio teve participação preponderante nesse feito.


Através do comércio realizou-se uma importante ponte cultural entre o Império Romano e outras civilizações espalhadas pelo mundo. Os romanos possuíam diversas manufaturas, predecessoras da industria moderna, e tinham produção fortemente vinculada aos mercados estrangeiros, dentro e fora do Império.

Existiam lojas, pequenos boxes, como nos mercados de hoje, onde se realizavam todo tipo de comercio e alguns dos produtos vendidos eram fabricados ali mesmo. Pequenos grupos de artesãos e suas famílias viviam desse trabalho e tiveram grande participação no desenvolvimento do comercio em todas as cidades romanas.

Vidro e perfumes feitos na Síria e no Egito, eram vendidos, no Oriente Próximo, para mercadores gregos, latinos, indianos, partos e até chineses, ocasionalmente. Estes produtos eram levados para todas as províncias do império, onde eram utilizados pelas elites locais como símbolos de ostentação, prestígio e civilização. Esta prática social, encontrada também na China, na Índia e na Partia, dava ensejo a importação dessas mercadorias de luxo, que atingiam preços excelentes fora do Império.

A economia do Império Romano teve como base uma única moeda corrente, a cobrança de baixas tarifas alfandegárias e uma rede de estradas e portos protegidos. Tudo isso para facilitar as trocas comerciais entre as várias regiões.

Embora a agricultura fosse a atividade econômica mais importante do mundo romano, o comércio marítimo de produtos de subsistência, exóticos ou de luxo foi bastante expressivo.

http://imperioroma.blogspot.com.br/2010/11/o-comercio-no-imperio-romano.html

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

FLIVA 2015, Incentivo à Leitura na Praça

A grande atração da FLIVA - Feira Literária de Valença desse ano de 2015 foram mesmo as crianças, que alegraram e embelezaram a festa. 

O evento que aconteceu na Praça do Jardim de Cima, deixou a criançada a vontade, e elas que não são bobas nem nada puderam aproveitar toda recreação que aconteceu na FLIVA 2015. E  as escolas cumpriram seu papel, com os professores trazendo a criançada e nos finais de semana, os pais continuaram a farra trazendo os seus filhos.



A FLIVA nos mostrou que devemos apostar mais no incentivo à leitura, pois é através da leitura que acontece a conscientização, fazendo com que nossos jovens sejam no futuro os novos agentes da transformação social que tanto queremos.

Vamos incentivar e apoiar mais eventos como esse, empresários e população, todos devemos trabalhar juntos para que a cultura eleve o nível e o poder de decisão de nossos jovens, pois eles são o futuro de nossa cidade.


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Artesanato: Definição e Origem

Definição de artesanato, dicionário Aurélio. [De artesão 1 + -ato1.] S. m. 
1. A técnica, o tirocínio ou a arte do artesão 1: 
2. O conjunto ou a classe dos artesãos
3. P. ext. O produto do trabalho do artesão (2); objeto, ou conjunto de objetos feitos artesanalmente: 2 2 
4. Local onde se pratica ou ensina o artesanato (1)


Quando os primeiros seres humanos, começaram a fazer as primeiras ferramentas, ali estava configurado o nascimento do artesanato. O homem transformou, pela primeira vez, a matéria prima bruta em um utensílio há 6000 anos a.C., mais precisamente no período neolítico. Era o nascimento dos primeiros artesãos, polindo pedra e fabricando cerâmica, para guardar alimentos.


O artesanato brasileiro é o mais admirado em todo o mundo, e nossos primeiros artesãos surgiram também há 6000 anos a.C., no sudeste do Piauí. Hoje em dia o artesanato se modificou, se adaptou, constituindo várias ramificações, mas sem perder a criatividade e a beleza que sempre caracterizaram essa arte.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

A Arte e o Artesanato Grego

O período geométrico (séculos IX e VIII a.C.), o arcaico (VII e VI a.C.), o clássico (V e IV a.C.) e o helenístico (do século III ao I a.C.), são os grandes períodos da arte e do artesanato grego. Com seu realismo fascinante, essa arte tratava de representar a natureza como ela era.

fonte da imagem: www.arteeeducacao.net

Os gregos desenvolveram trabalhos na arquitetura, pintura, escultura e até na música. Iniciada no século XI a.C., a arte grega, ou arte minoica, mais tarde seria chamada de arte helenística e se espalharia pelo mundo levada pelo macedônico Alexandre, o Grande, influenciando os povos do Mediterrâneo e Ásia Menor. Alguns séculos depois de Alexandre a arte grega seria copiada pelos romanos.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Arte no Blog Saco de Filó

Um amigo aqui de Valença domina a arte de escrever como ninguém. Professor universitário, entre tantas outras ocupações, é autor de um dos melhores Blogs que já encontrei pela internet. Estou falando do Professor Marcelo Leite do Blog Saco de Filó

Um grande ser humano tem como principal característica a sensibilidade, e isso ele tem de sobra.

Obrigado por mencionar meu projeto em seu Blog, isso muito nos honra!

"Na semana anterior, eu já havia abraçado a causa dos colegas do SOS Serra dos Mascates (conheça mais sobre eles). A causa pela qual luta esse grupo tendo o André e o Victor como representante diretos que tratam comigo, encheu-me os olhos. Cresci aprendendo a amar aquela serra (Serra dos Mascates) e tudo que representa para minha cidade (Valença).
Professor Marcelo Leite"

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Biblioteca Real de Alexandria

Foi sob o domínio da dinastia Ptolomaica (descendentes de Ptolomeu, general de Alexandre o Grande, que dominaram o Egito do século 305 a 30 a.C), que a Biblioteca Real de Alexandria floresceu.  Um grande incêndio foi responsável por sua destruição. Fanáticos religiosos foram apontados como responsáveis por esse sinistro.

Inscrição de Tiberius Claudius Balbilus confirmando 
a existência da biblioteca no século I a.C.

"Alexandria, às margens do Mediterrâneo, reinou quase absoluta como centro da cultura mundial entre os séculos III a.C. e IV d.C. Sua famosa biblioteca continha praticamente todo o saber da Antiguidade, em cerca de 700 mil rolos de papiro e pergaminhos. Seu lema era “adquirir um exemplar de cada manuscrito existente na face da Terra”."

Como seria o mundo se isso não tivesse acontecido. Quantos avanços científicos se perderam, quantos escritos importantes se foram na fumaça desse incêndio. Nada justifica algo assim. Devemos nos precaver melhor para que fatos como esse não aconteçam mais. A religião é necessária para  a melhoria espiritual dos indivíduos, mas o fanatismo religioso deve ser  condenado sempre.


Sobre a Biblioteca Real de Alexandria:
"Ideias populares sobre a natureza do cosmo eram desfiadas e algumas delas descartadas, novas ideias eram propostas e descobria-se que estavam mais de acordo com os fatos. Havia propostas imaginativas, debates vigorosos, sínteses brilhantes e o tesouro resultante do conhecimento humano era registrado e preservado por séculos em suas prateleiras. A ciência atingiu a maioridade na biblioteca de Alexandria."
Trecho da série Cosmos de Carl Sagan


fonte: https://pt.wikipedia.org/

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Artesanato no Egito Antigo

Artesãos, camponeses profissionais liberais e comerciantes, formavam a maior parte da população egípcia. Mas eram os artesãos que tinham mais regalias entre todos. Alguns tinham direito a ter sua própria tumba, privilegio da elite e dos faraós. Tinham serviço garantido na ornamentação dos templos e palácios. Formavam uma classe privilegiada e moravam em vilas e alguns até possuíam sua própria oficina.


No reinado de Tutmósis I, existiam aldeias de artesãos com túmulos e capelas para seus próprios deuses. Era direito dos artesãos receberem salários em espécie e também cereais, carnes, vinhos e sal, mas na 20ª dinastia houve atrasos nos pagamentos, tendo havido inúmeros protestos. O artesanato era muito valorizado no Egito antigo, isso garantiu que os artesãos conquistassem sua liberdade e alguns direitos.

fonte: Grandes Impérios e Civilizações

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

O Talento de Michel Ferraz Margon

Um trabalho emocionante.
Músico, talentoso, jovem e ainda encontra tempo para ajudar ao próximo. Um verdadeiro Achado de Valor.


Michel Ferraz Margon e o Coral Infantil - A Lição de Biel: Sorrir ao Partir.

Apresentação Asas Imaginárias, parte do evento em homenagem ao Maestro Silvestre Pereira de Oliveira em 19-09-09. Coral composto pelas Crianças do Cemus II Salto, alunos da Profª Milene.
Comunicações ou mídia
Profissão: Compositor e Comunicólogo
Local: Salto - São Paulo - Brasil

www.michelfm.blogspot.com


A Lição de Biel: Sorrir ao Partir
Simplesmente um pássaro que não podia voar,
Raramente se queixava, se empenhava em insistir,
Particularmente nunca o vi reclamar,
Sua grande qualidade era sorrir ao partir.
Jamais partilharia a sensação de voar,
Estar no alto das nuvens e dali acenar,
Mas ele podia sem nenhum impedimento,
Sair da atmosfera só com seu pensamento.
Sabia que esta condição, Não o impediria
De buscar a mais longínqua sabedoria.
Simplesmente um pássaro que não podia voar,
Raramente se queixava se empenhava em insistir,
Particularmente nunca o vi reclamar,
Sua grande qualidade era sorrir ao partir.
Se um pássaro sem asas aprendeu a lutar,
Quem somos nós para duvidar,
Da vida só o máximo devemos extrair,
E se tivermos que ir, vamos sorrir ao partir.
Simplesmente um pássaro que não podia voar,
Raramente se queixava se empenhava em insistir,
Particularmente nunca o vi reclamar,
Sua grande qualidade era sorrir ao partir.
Da vida só o máximo devemos extrair,
Quando tivermos que ir, vamos sorrir ao partir.
(Compositor: Michel Ferraz Margon)
*

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Surge a Escrita Cuneiforme

Surge em Uruk, mais ou menos no 3º milênio a. C. a linguagem escrita. Nessa época Uruk era uma cidade de edifícios monumentais e grande concentração de riquezas e tudo era registrado em tabuinhas de argila. Essas tabuinhas foram muito difíceis de serem traduzidas, pois elas possuíam mais 2.000 caracteres, que eram representados por por símbolos complexos e objetos que exprimiam sua forma real.  Foi muito usada na contabilidade e na administração comercial, pois facilitavam no registro de bens, marcas de propriedade, cálculos e transações comerciais.


As tabuinhas de argila mediam 2,5cm de espessura. São chamadas de escrita cuneiforme, por serem desenhadas por um instrumento afiado em forma de cunha. Em Uruk foram achadas mais ou menos 3000 dessas tabuinhas. Formados por um complexo sistema de mais de 2.0000 sinais distintos, a escrita cuneiforme, era usada por artesãos e comerciantes, para controle de estoques e futuro comércio.

  Esse tipo de escrita foi desenvolvido, ao decorrer de um longo período, mas suas etapas continuam ainda hoje desconhecidas. Alguns desses sinais são representados por símbolos conhecidos, o que facilita sua compreensão. Uma cabeça e uma tigela sugerem a ação de comer, mas outros são mais complexos.


Supõe-se que essa língua era o Sumério, mas o que se sabe é que daí surgiu à escrita. Alguns pesquisadores acreditam que esses símbolos, foram sofrendo modificações até os dias de hoje. A letra “A” talvez no passado tenha sido a cabeça de uma vaca, que com o passar do tempo, teria sido colocada ao contrário, como nos dias de hoje.

fonte: 
Grande Impérios e Civilizações
Info escola

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Lojas Colaborativas, uma Alternativa para Artesãos

Lojas Colaborativas podem ser uma alternativa para artesãos, que não tem um espaço físico para efetuar suas vendas, ou mesmo para aqueles que querem aumentar sua renda, mas não possuem condições para alugar uma loja sozinho.

Uma boa ideia que também pode ser gerida em forma de cooperativa. onde todos teriam participação igual. Que tal pensar nisso Ivan Artesão!

Foto arquivo Ivan Jilek

Esse é um vídeo do Site R7, publicado em 31/08/2015. 

Algumas pessoas entram em um acordo e dividem uma loja em várias partes, mais conhecidas como nichos, onde cada lojista tem seu espaço. São as lojas colaborativas. Esse é um conceito que está despertando interesse de lojistas por todo Brasil

Uma experiência inovadora, mas que deve ter um bom capital de giro, para se manter por mais tempo do que as lojas comuns, até que as vendas comecem a fluir melhor.

O vídeo é do Brasil Empreendedor.
http://noticias.r7.com/videos/conceito-de-lojas-colaborativas-conquista-os-comerciantes-de-todo-o-pais/idmedia/55e4f28e0cf2232331d71a2c-1.html

Abaixo outro vídeo sobre lojas colaborativas Feito pela Rede TVT - https://www.youtube.com/user/redetvt

Em lojas colaborativas, o comerciante aluga uma caixa, mas não precisa ficar no local para vender os produtos. O proprietário da loja é quem faz a comercialização e divulgação das mercadorias. 

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Deuses e Demônios na Antiguidade

O desenvolvimento dos povoados e a sua transformação em cidades no Médio Oriente, se deve a religião. A cidade crescia a medida que o templo enriquecia.

Através dos muitos artigos religiosos achados nas casas daquela região, podemos notar que era grande a influência dos ritos religiosos no cotidiano dos habitantes dessas cidades.

Muitas das obras de arte religiosas, encontradas recentemente, são excelentes obras artesanais, achadas em Qermez Dere e Chatal Huyuk e demonstram que o medo de deuses de demônios vem desde a antiguidade. Os Reis dessa época diziam-se representantes de deuses e nos templos os sacerdotes com seus ritos faziam com que o povo acreditasse nos poderes de seus governantes.


Centenas de deuses eram adorados na antiguidade e nos templos do periodo neolitico a ostentação era custeada pelas taxas cobradas ao povo. Fazia-se com que todos acreditassem que deuses e demônios tinham poderes sobrenaturais e que as vezes essas criaturas se transformavam em homens, assim faziam grandes rituais para afastar o mal, causando com isso muito medo, o que cada vez mais trazia dividendos para o templo.


fonte: Grandes Impérios e Civilizações

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Artesanato em Cerâmica

Artesanato em cerâmica do Vale do Jequitinhonha, estado de Minas Gerais. 


Depoimento da artesã Zezinha, que fala sobre o seu inicio no artesanato e a importância do mesmo da manutenção da cultura local.  Zezinha fala das dificuldades do artesão e de como utilizou esse trabalho, para ajudar na sobrevivência de sua família. A arte de Zezinha vem de uma cultura popular, passada de geração para geração. Um talento nato, um grande talento da terra.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Comerciantes e a Rota da Seda

Texto de Victor S. Gomez

Oitocentos anos antes de Cristo os comerciantes traçaram as primeiras estradas para negociar suas mercadorias. A Rota da Seda era formada por várias estradas que ligavam a Ásia ao Mediterrâneo. Nessas estradas as caravanas traziam a seda da China, até o Oriente e a Europa. Parte dessa estrada era marítima e o percurso feito por embarcações oceânicas, e traziam não só seda, mas também diversos produtos, que se espalhariam pela Europa através do Mediterrâneo. Uma grande parte dessa estrada se expandiu até o Japão e formava a maior rota comercial do mundo antigo.


Milhares de caravanas cruzaram a Rota da Seda durante séculos, levando todo o tipo de mercadorias aos mais longínquos pontos da Ásia à Europa, chegando até a Suécia e além. Comerciantes de todos os tipos, artesãos, arquitetos, vendiam e trocavam de tudo, além de ensinar oficios e levar cultura para todos os lugares. Especiarias, armamentos, roupas, animais, bijuterias, e a mais pura seda, eram comercializadas com mais facilidade devido a luta incansável desses desbravadores comerciantes.


Foi o geógrafo alemão Ferdinand von Richthofen no século XIX, que denominou essas estradas como "Seidensrasse", que quer dizer, Rota da Seda, de grande importância para o surgimento e solidificação de grandes civilizações como: Egito Antigo, a Mesopotâmia, a China, a Pérsia, a Índia e até mesmo Roma. A Rota da Seda foi de substancial importância para fundamentar o mundo moderno.


Em março de 2013, o então Presidente da China, Xi Jinping, deixou claro sua intenção de recriar a Rota da Seda, uma importante estrada de integração social, uma tarefa bastante difícil, mas que seria de grande valia para aquela região. A Rota da Seda, foi um dos mais importantes corredores comerciais da história, e serviu para estimular o comercio causando o progresso de dois continentes, mais ou menos entre os anos 800 a.C até 1450 d.C.

Todos nós devemos muito aos comerciantes, que alicerçaram as bases da nossa civilização trabalhando na Rota da Seda através dos séculos, forjando assim o crescimento e desenvolvimento de grandes civilizações.

fonte:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Rota_da_Seda
http://veja.abril.com.br/blog/cidades-sem-fronteiras/2015/04/21/rota-da-seda/

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

A Arte Grega do Teatro

Foi em homenagem ao deus Dionísio, deus do vinho, que começou o Teatro Grego, um tipo de arte que percorreu séculos até os dias de hoje. Entre os séculos 6 a.C. e 5 a.C., o teatro grego teve seu apogeu, também chamado de "Século de Ouro", pela quantidade e variedade de espetáculos, que aconteciam nessa época. Foi o auge da cultura e da arte grega, nesse período o teatro grego era classificado como tragédia, comédia antiga e comédia nova.

Os gregos começaram a construir os primeiros teatros, partir do século VI a.C., todos eram ao ar livre aproveitando as encostas, por causa da inclinação onde seriam colocados os bancos, dando assim uma melhor visibilidade.

fonte da imagem: majots.wordpress.com

Os mais importantes teatros dessa época são: Teatro de Epidauro, o Teatro de Delfos, o Teatro de Dodona, o Odeon de Herodes Ático, o Teatro de Segesta, o Teatro de Siracusa e o Teatro de Dionísio. Em Éfeso, cidade situada na Ásia Menor, com uma população de 450.000 habitantes, foi construído uma grande obra de arte, o maior teatro do mundo, com capacidade para 25.000 espectadores.

fonte da imagem: www.filosofia.com.br

Alguns dos autores mais famosos dessa época: Ésquilo (cerca de 525 a.C. a 456 a.C.), Sófocles (496 a.C. a 406 .a.C.), Eurípides (485 a.C. a 406 a.C.), Aristófanes (447 a.C. a 385 a.C.) e Menandro (343 a.C. a 291 a.C.).

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Feira de Arte e Artesanato Omaguás

Mostrar o trabalho das Feiras de artesanato por esse Brasil é imprescindível, para a melhor divulgação da cultura nacional.


Feira de Arte e Artesanato Omaguás, mostrando um pouco do trabalho dos 75 expositores que abrem seus atelies todos os domingos na Praça dos Omaguás - Pinheiros, São Paulo.

A música, composição de Eduardo Pecci Lambari, traz um convite em seu título a todos que ainda não conhecem a feira: - Por que não?

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

A Arte de Velázquez

Artista preferido da corte do Rei Filipe IV de Espanha, Diego Rodríguez de Silva y Velázquez, era filho de um fidalgo de origem portuguesa e foi batizado em Sevilha, Espanha, em 6 de junho de 1599. Quando adolescente estudou arte com Francisco Pacheco e aprendeu muito de estudando a natureza.

Depois de seu casamento aos 19 anos de idade, Velázquez foi para Madri. Autor de pelo menos 100 obras de arte, teve o privilegio de se tornar cavaleiro da Ordem de Santiago, por ser fiel a coroa. Artista de técnica invejável, Velásquez é admirado por muitos críticos de arte.


fonte da imagem: pt.wikipedia.org

Velásquez tinha grande habilidade em fundir cor, luz, espaço e era conhecido como exímio pintor de retratos.  Alguns dos grandes pintores influenciados por ele são Francisco de Goya, Camille Corot, Gustave Courbet, Edouard Manet, e James McNeill Whistler. Apresento aqui três obras de arte do mestre: Auto-retrato, Crucificação de Jesus Cristo e a mais conhecida de suas obras, As meninas, cujo nome verdadeiro é A família de Felipe IV.


fonte da imagem: pt.wikipedia.org

terça-feira, 28 de julho de 2015

O Comércio e as Moedas

Na antiguidade o homem começou a usar o escambo como forma de conseguir ter aquilo que ele não sabia produzir. Trocava-se tudo o que pudesse, se um tinha habilidade na agricultura, trocava-se trigo, verduras, ou o que produzi-se, com aquele que fosse habilidoso em outra área, como artesanato em couro, por exemplo.

O escambo foi uma das primeiras formas de comércio. Precisar uma data para o surgimento do comércio é praticamente impossível. Sabemos que os Fenícios foram os primeiros comerciantes de sucesso que surgiram. Do escambo até hoje o comércio evoluiu bastante, mas as formas de interação com o público, ainda é praticamente a mesma. Vale dizer, que os árabes ainda hoje são os melhores comerciantes do mundo. 


Com o passar do tempo a moeda surgiu como uma consequência natural deste processo de trocas, mais precisamente foram os chineses, no ano 1 100 a. C., que criaram as primeiras moedas, o que facilitou em muito a organização e o crescimento do comércio. Algum tempo depois a utilização das moedas se espalhou pela Europa. E foram os fenícios os responsáveis pela disseminação do uso das moedas por todo mediterrâneo.

Mas é a habilidade em comercializar, de lidar com o público, é o que garante o sucesso nas vendas. Aprender técnicas de vendas é a melhor forma de alavancar suas vendas e uma dessas técnicas passa pela simpatia no atendimento, uma das melhores formas de conquistar novos clientes.


sábado, 25 de julho de 2015

Comerciantes Descobrem o Brasil

Foi por causa do comércio que o Brasil foi descoberto.

Por acidente ou não, o que se diz é que Pedro Alvares Cabral, partiu de Portugal com a intenção de comercializar na Índia, mas parou no Brasil. Ele deveria abrir um entreposto comercial, para compra e venda, e trazer de volta as especiarias (diversos produtos de origem vegetal como flor, fruto, semente, casca, caule, raiz), de aroma ou sabor acentuados. 


Cabral era um chefe militar e foi designado para comandar uma frota de navios, e partir em missão “oficial”, para estabelecer uma feitoria comercial na cidade de Calecute, na Índia. Dizem os historiadores, que por acidente a frota de Cabral chegou ao litoral brasileiro, e logo depois foi rezada a primeira missa em nossas terras. Depois disso dois navios rumaram de volta à Portugal, com a famosa carta de Pero Vaz de Caminha e o restante dos navios retomaram o caminho em direção a Índias.


Tempos depois, de volta ao Brasil, descobriram que o Pau-Brasil era potencialmente comercial. Por ser enorme o valor comercial da tinta vermelha extraída da árvore Pau-Brasil, que era vendida em toda a Europa, resolveram homenagear as terras descobertas com o nome de Brasil.

fonte: http://pessoas.hsw.uol.com.br/descobrimento-do-brasil.htm

ACIVA - https://www.facebook.com/acivarj

quarta-feira, 22 de julho de 2015

A Arte e o Fim de um Império

O Império Romano nos deixou um legado artístico dos mais valiosos. São inúmeras as obras de arte e artesanato, que temos espalhadas pelos museus e pelos países europeus aonde o Império alcançou. Sua grande influencia se vê até hoje, no nosso vocabulário, nas leis, na politica, mas como esse grande Império despareceu?

Um dos principais fatores do desaparecimento do Império Romano teria sido a política corrupta que existia naquela época. Todos almejavam riqueza e poder. Dizem os historiadores que no fim do império, em pleno centro de Roma, quando no norte do império as hordas barbaras invadiam; os generais das legiões romanas, na Capital Romana, faziam um leilão, oferecendo cada um, o quanto podiam para se tornar imperador.

fonte da imagem: pt.wikipedia.org

Assista no vídeo o fim trágico do império Romano.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Surgem as Primeiras Ferramentas

A industria como conhecemos hoje surge apenas em meados do seculo XIX, na Inglaterra. É a revolução industrial. Ela tem por finalidade transformar matéria prime em bens comerciais e usa para isso a força do homem, as máquinas e energia (vapor e Carvão). Mas antes disso, desde a pré-história o homem já vem desenvolvendo suas ferramentas, elaborando utensílios e armas mediante a transformação dos materiais que encontrava na natureza.

As primeiras ferramentas surgiram praticamente com os primeiros homens, a cerca de 2,5 milhões de anos. No começo elas eram improvisadas, pegava-se um pequeno pedaço de galho e introduzia-o em um formigueiro, para conseguir esse tipo de alimento e com uma pedra rompia-se uma noz.


Durante as tempestades raios caiam em árvores e provocavam incêndios. Nesse primeiro momento o homem se aproveita da natureza, e utiliza o fogo para se aquecer. Depois nota que se bater uma pedra contra outra pode conseguir chegar a forma desejada, fazendo com que ela tomasse outra forma. Com esse processo e com seu poder de observação, o homem vê que uma pedra batida contra outra produz faíscas e assim produz o fogo, e passa a não mais contar só com os incêndios.

Com o uso do fogo ele pode manipular a madeira e outras matérias primas; e com isso facilitar a fabricação de outros tipos de ferramentas. Esse é um passo importantíssimo para o ser humano, mostra sua supremacia sobre as demais espécies e facilita o surgimento de outras tecnologias.

fonte: http://www.semar.com.br/historiaferramentas.htm

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Artes da Feira Hippie de Ipanema

O Blog Artes da Feira Hippie de Ipanema mostra trabalhos artesanais de primeira qualidade que são expostos na Feira Hippie de Ipanema - Pça General Osório - Todos os domingos de 8:00 as 20:00hs.

"Feirarte Ipanema
O começo foi em 1968, em plena ditadura militar. A Praça General Osório se tornou um ponto de encontro para artistas plásticos e artesãos. Uma das características mais marcantes são os hippies e mochileiros que vinham de diversas partes do Brasil e do mundo envolvidos com o movimento Hippie da época. No início, os expositores não tinham barracas, colocava-se um pano no chão e cada um colocava seus trabalhos de forma bem natural,na verdade era como se fosse uma grande família,todos se ajudando mutuamente. Com o passar dos anos a feira com seus pintores e artesãos e diversidade de trabalhos tornou-se conhecida internacionalmente, sendo visitada por turistas e apreciada por todos, ela confere um toque especial à Cidade Maravilhosa. Com certeza você vai encontrar trabalhos essencialmente artesanais e exclusivos, tendo como base um Brasil de diversidade de materiais e inspiração dos artesãos para confeccionar artigos que vão da simplicidade ao sofisticado agradando a todos."