terça-feira, 29 de setembro de 2015

Biblioteca Real de Alexandria

Foi sob o domínio da dinastia Ptolomaica (descendentes de Ptolomeu, general de Alexandre o Grande, que dominaram o Egito do século 305 a 30 a.C), que a Biblioteca Real de Alexandria floresceu.  Um grande incêndio foi responsável por sua destruição. Fanáticos religiosos foram apontados como responsáveis por esse sinistro.

Inscrição de Tiberius Claudius Balbilus confirmando 
a existência da biblioteca no século I a.C.

"Alexandria, às margens do Mediterrâneo, reinou quase absoluta como centro da cultura mundial entre os séculos III a.C. e IV d.C. Sua famosa biblioteca continha praticamente todo o saber da Antiguidade, em cerca de 700 mil rolos de papiro e pergaminhos. Seu lema era “adquirir um exemplar de cada manuscrito existente na face da Terra”."

Como seria o mundo se isso não tivesse acontecido. Quantos avanços científicos se perderam, quantos escritos importantes se foram na fumaça desse incêndio. Nada justifica algo assim. Devemos nos precaver melhor para que fatos como esse não aconteçam mais. A religião é necessária para  a melhoria espiritual dos indivíduos, mas o fanatismo religioso deve ser  condenado sempre.


Sobre a Biblioteca Real de Alexandria:
"Ideias populares sobre a natureza do cosmo eram desfiadas e algumas delas descartadas, novas ideias eram propostas e descobria-se que estavam mais de acordo com os fatos. Havia propostas imaginativas, debates vigorosos, sínteses brilhantes e o tesouro resultante do conhecimento humano era registrado e preservado por séculos em suas prateleiras. A ciência atingiu a maioridade na biblioteca de Alexandria."
Trecho da série Cosmos de Carl Sagan


fonte: https://pt.wikipedia.org/

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