sábado, 27 de fevereiro de 2016

A Beirada do Fim do Mundo

Um conto do livro "Universo Interior" de Victor S. Gomez.

"Era num passo lento que o Lúcio seguia pela estrada em direção à escola. Ele sempre andava assim, calmamente. Não era de muita conversa. Dizia não gostar de perder tempo com gente pequena. Era meio estranho, andava sempre sozinho, mas era meu amigo, dizia que eu tinha visão, por isso me aceitava. Quando tinha uma novidade vinha logo me contar. Parecia não ter família, nunca falava sobre seus pais, na verdade ninguém nunca havia visto seus pais. Acho que morava sozinho. De tempos em tempos, entrava na Mata da Cegonha para procurar pequenos animais para a sua coleção. Foi numa dessas incursões que ele encontrou a beirada do fim do mundo."


O livro Universo Interior é formado por contos, aonde são reveladas passagens de uma infância rica e cheia de fantasia, apresentadas por meninos que viveram em uma época em que tudo era possível, até mesmo acreditar que o improvável poderia ser realidade.

O livro nos remete a um passado não muito distante, de cidades interioranas, tranquilas, mas cheias de mistérios; e a um mundo interior que é o nosso interior, com problemas que não são revelados, mas que todos nós temos.

Um universo interior que pertence a todos, mas que só nós mesmos é que podemos administrá-lo.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

O Gemido das Plantas

 O Gemido das Plantas é um conto do livro "Universo Interior" de Victor S. Gomez.

O livro nos remete a um passado não muito distante, de cidades interioranas, tranquilas, mas cheias de mistérios; e a um mundo interior que é o nosso interior, com problemas que não são revelados, mas que todos nós temos.

"Era um dia de sol forte, muito quente e sem vento. Começou baixinho, quase imperceptível e aos poucos foi se tornando mais alto. Era um barulho diferente, parecia um terremoto. Só tinha escutado algo parecido quando era pequeno e colocava o ouvido sobre os trilhos do trem, que passava por trás do Morro do Chapéu, distante alguns quilômetros da minha casa. Tinha o costume de ir até lá por causa das pitangueiras do "seu" Ricardo, sempre carrega-das no final da primavera."


Compre o Livro Universo Interior e entre nesse mundo fantástico 

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Nefertiti e os Mistérios Sagrados do Egito - Chiang Sing

Post originalmente publicado no Blog Cidadania. Uma excelente leitura. É possível devorá-lo em alguns dias. Um livro fantástico.

"Neferttiti e os Mistérios Sagrados do Egito"

Glycia Modesta de Arroxellas Galvão usava o pseudônimo de Chiang Sing, com o qual ficou conhecida na imprensa brasileira. Nascida no Rio de Janeiro, em 1924, filha de célebres jornalistas e bisneta do barão de Rio Apa, estudou no Colégio Sacre Coeur de Marie e recebeu austera orientação de uma preceptora alemã, com quem aprendeu vários idiomas. Um dos seus melhores livros é "Nefertiti e os mistérios sagrados do Egito", que retrata o Egito antigo na época do Faraó Ankenaton. Num fabuloso relato Chiang Sing descreve a adoração ao deus Sol, Aton e a luta do Faraó, que ao lado de sua esposa Nefertiti, instituem a primeira religião monoteísta do mundo.




Uma pequena parte do prefácio escrito pelo diplomata egípcio Mohamed Salah El Derwy:
"Mas talvez haja maior mistério ainda. Aos que bem conhecem os textos da Bíblia, sabem que nela consta um salmo que recorda, de modo espantoso, o Grande hino ao Sol, do faraó Akhnaton. É o salmo CIV ou CIII, segundo a Vulgata, um dos mais belos cânticos dos cento e cinqüenta que são cantados, seguindo ordem, ritmo e até mesmo expressões totalmente paralelos e muitas vezes idênticos, como no poema místico do Egito dedicado à glória do Criador e à beleza alegre do mundo nascido de suas mãos.
MOHAMED SALAH EL DERWY"

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Site Olho Vivo Entrevista Victor S. Gomez

O site Olho Vivo Entrevista Victor S. Gomez autor do livro "Universo Interior".

O que foi mais difícil para você ao escrever o livro? Ou todo o processo foi extremamente prazeroso?
Sinceramente, não tive nenhuma dificuldade em escrever esse livro, pelo contrário, foi bem fácil. Tudo saiu espontaneamente, como se ele já estivesse pronto há muito tempo, e esperasse apenas um gatilho que fosse acionado e liberasse um mar de palavras nas folhas do caderno. Tive muito prazer na hora de escrever, toda vez que terminava um conto, era como um degrau que eu subia. Sorria, chorava em determinados contos, foi muito bom.

É um livro de contos, certo? O que o leitor vai encontrar na sua obra?
É um livro de contos, realismo fantástico, hiper-realismo, ficção misturado com fantasia, mas dentro de um contexto social, de cidadania e reflexivo.
O livro "Universo interior" é formado por contos, onde são reveladas passagens de uma infância rica e cheia de fantasia, apresentadas por meninos que viveram em uma época em que tudo era possível, até mesmo acreditar que o improvável poderia ser realidade.
O livro nos remete a um passado não muito distante, de cidades interioranas, tranquilas, mas cheias de mistérios; e a um mundo interior que é o nosso interior, com problemas que não são revelados, mas que todos nós temos.
Um universo interior que pertence a todos, mas que só nós mesmos é que podemos administrá-lo.

Que análise você faz do mercado literário aqui na região, já que você é de Valença? As pessoas estão mais abertas ao trabalho dos autores locais? Ou ainda existe aquele certo preconceito de que não temos bons escritores?
Bom, só temos uma livraria, mas é a melhor, está em nível de Rio de Janeiro. Falo isso porque conheço várias livrarias do Rio e a daqui chega bem perto das melhores do Rio. Mas muitas coisas têm de ser feitas ainda, a nível de incentivo à leitura, tanto nas escolas, como em casa. Os pais precisam arranjar um tempinho para contar histórias para seus filhos, no futuro eles agradecerão muito, com certeza. Contar histórias preserva nossa cultura, conscientiza e estimula o crescimento pessoal de quem ouve.

Falar sobre preconceito é difícil. Fica muito mais fácil para as pessoas comprarem um livro, ou CD, ou seja lá o que for, que tenha sido divulgado pela maior emissora de TV do país, ou divulgado pelo artista tal dessa emissora, do que comprar o livro de um escritor de uma pequena cidade do interior. Não sei se isso é preconceito. Talvez o outro venha com mais informação, sei lá, pode impressionar mais quando já vem com "grife".

Leia o restante da entrevista no site Olho Vivo.

Com a amiga e Escritora Jô Coelho.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Li "Tudo Sobre Fotografia"

Já li o livro “Tudo sobre Fotografia", presente da minha filha Carolina Gomez.

Tentando aprender e entender um pouco mais sobre arte da fotografia, que vem se expandindo cada vez mais na era digital.


Tudo sobre Fotografia
Editora Geral: Juliet Hacking
Prefácio de: David Campaning
Título original: Photography: The Whole Story
Tradução de Fabiano Morais, Fernanda Abreu e Ivo Korytowski


Tudo sobre fotografia
Juliet Hacking e David Campany

Este livro vibrante convida você a embarcar em uma viagem inesquecível pelas fotografias mais icônicas da história – imagens inovadoras que se tornaram um divisor de águas na maneira como nos enxergamos e percebemos o mundo à nossa volta.

Organizado em ordem cronológica e escrito por uma experiente equipe de críticos especializados, este guia traça um panorama da evolução fotográfica, com seus estilos e movimentos mais importantes.

• Destaca os fotógrafos que melhor representam cada gênero, oferecendo uma análise profunda de suas obras.
• Traz a cronologia dos principais acontecimentos, ajudando a compreender o contexto sociocultural em que as fotos foram produzidas.
• Apresenta a história da fotografia de maneira acessível, numa diagramação que facilita a leitura e com mais de mil ilustrações.
• Explica o que é a fotografia etnográfica, o registro documental, a fotografia de vanguarda, a publicitária, a erótica e o nu, entre outros estilos.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

O Surgimento da Escrita e do Comércio

O escambo foi uma das primeiras formas de comércio. Trocas naturais foram as primeiras formas comerciais de sucesso, e se desenvolveram até chegarem as atividades comerciais de hoje em dia. Precisar uma data para o surgimento do comércio é praticamente impossível. Sabemos que os Fenícios foram os primeiros comerciantes de sucesso que surgiram. Do escambo até hoje o comércio evoluiu bastante, mas as formas de interação com o público, ainda é praticamente a mesma. Vale dizer, que os árabes ainda hoje são os melhores comerciantes do mundo. Aprender técnicas de vendas é uma boa forma de melhorar suas vendas e uma dessas técnicas passa pela simpatia no atendimento, uma ótima maneira de conquistar novos clientes.

Eletro Cruz em Valença - RJ, simpatia e bom atendimento

Um dos fatores que facilitaram a expansão do comercio fenício se deve a proximidade com o mar e sua habilidade na fabricação de embarcações e suas técnicas de navegação marítima. Com isso os fenícios conseguiram expandir seu comercio por boa parte do mediterrâneo. 

Registrando todas as compras e vendas, mercadorias em estoque, nome de fregueses e onde eles moravam, os fenícios evitaram muita confusão. A ideia que tiveram de transformar o ideograma egípcio em um alfabeto de 24 letras, registrando tudo que faziam em placas de barro, usando esse método, facilitou todo o processo de compra e venda, além de fazer surgir o alfabeto.


A ideia dos fenícios teve grande aceitação no mundo antigo, o que facilitou o surgimento de outros alfabetos pelo mundo, e também a criação do alfabeto ocidental contemporâneo, com as letras que usamos hoje em dia.

Hoje devemos agradecer a esse povo batalhador, que nos possibilitou fazer viagens fantásticas sem mesmo sair do lugar, apenas lendo livros.

fonte: http://universodahistoria.blogspot.com.br/2010/10/os-comerciantes-fenicios.html

Essa é uma postagem em parceria com a ACIVA - Associação Comercial e Industrial de Valença - RJ.