quinta-feira, 15 de junho de 2017

Julinho da Adelaide - Chico Buarque

Durante a ditadura, não se podia escrever aquilo que se sentia, então surgiram as mentes mais brilhantes da nossa MPB. A criatividade busca novos caminhos, abre portas secretas, faz com que encontremos os melhores trajetos, os mais belos, os mais inteligentes, e se esquiva de toda ignorância, prepotência e covardia. Victor S. Gomez




Show Histórias de canções - Chico Buarque
Wagner Homem e Rogerio Silva
Teatro FECAP - São Paulo agosto de 2010

Contato: autor@historiasdecancoes.com.br



JULINHO
DA ADELAIDE
Julinho da Adelaide nasceu quando Chico Buarque passou a ser muito conhecido entre os censores do regime militar, na década de 70. Suas músicas eram proibidas somente porque levavam sua assinatura. A saída para burlar a censura foi a criação de um heterônimo. E deu certo. Acorda amorJorge maravilha e Milagre brasileiro passaram pela censura sem maiores problemas. Julinho chegou até a dar uma entrevista para o jornal Última Hora sobre sua carreira em ascensão. O jornalista e escritor Mário Prata, que o entrevistou em 1974, relembra esse episódio no artigo abaixo. A entrevista publicada contém apenas parte do que você pode ler na transcrição integral da fita que a originou.

Leia no link: 
http://www.chicobuarque.com.br/sanatorio/julinho.htm

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Contos e Poemas de Outros Mundos

Eu andei por aqui, por ali, eu viajei para Outros Mundos, muitas vezes, sem nem me dar conta. Busquei por toda vida encontrar outros lugares, outros caminhos, viver em outros mundos, visitar outros mundos, viver outras vidas, visitar novas terras. E nessa incessante necessidade de conhecer tudo que existe nesse nosso universo, encontrei muitas formas de viver. Viver com amor, com amizade, com criatividade, com sensibilidade e outros tantos sentimentos que nos fazem bem. Talvez o universo seja mesmo uma imensa bolha vagando em meio a tantos outros universos, sem destino e para sempre, e nós apenas passageiros desse e de outros tantos universos, sem mesmo saber onde estamos, se aqui ou acolá. Mas uma coisa é certa, só seremos verdadeiramente felizes, se em cada um deles deixarmos uma pequena cota de amor para nossos semelhantes, ontem, hoje, amanhã e sempre. Victor S. Gomez


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