quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Museu Vicente Celestino e Gilda Abreu - Por Victor S. Gomez

Em Valença, sul do Estado do Rio de Janeiro, mais precisamente em um pequeno distrito desse município o tempo parece ter parado. Formado por mais ou menos umas seis ruas, o distrito de Conservatória, conhecido também como Cidade da Seresta, nos trás lembranças que fazem com que muitas vezes pensemos te-las vivido. A velha Maria Fumaça, a 206, há algum tempo parada na pequena estação, afeta nossa imaginação, tanto que, quando fechamos os olhos podemos dar assas a nossa imaginação e nos transportarmos para um tempo onde tudo era mais tranquilo e feliz. 


O trem chegou na estação,
Demorou mas chegou.
Agora não tem mais ninguém aguardando sua chegada,
mas quem nos garante que isso é verdade.
As imagens de quem passou por ele,
continuam aqui,
presas na luz,
guardadas no tempo das boas lembranças.


Conservatória, o som ecoa entre seus casarios. O vento leva a música que rodopia entre telhados, nas frestas das janelas, pelos ouvidos alheios, eternizando o amor nos corações de quem ouve. Então, passando por Conservatória, não deixe de visitar o Museu Vicente Celestino, obra mantida pelo abnegado voluntário, Wolney Porto.


O Museu Vicente Celestino fica situado no centro da cidade de Conservatória, distrito de Valença, RJ, na rua Pedro Gomes, nº 50. Inaugurado no dia 13 de março de 1999, em parceria com a Prefeitura de Valença e a Secretaria de Turismo e Cultura, o museu Vicente Celestino conta com um vasto material pessoal de Vicente Celestino e sua esposa Gilda de Abreu. Conta também com a discografia do artista, figurino de filmes e roupas de casamento. Há também uma Galeria dos Imortais, com acervo de outros artistas, e uma sala de pesquisa da MPB, com mais de 2000 fotos, títulos, recortes de jornais e revistas.

O amor perdido cantado com dor, sentimento que brota em todos que amam cegamente, inspira e transforma essa imensa dor em belas canções. Com certeza o tempo passou por aqui, mas de certo nunca conseguirá tirar de nós o melhor do nosso passado.


A Diva, Gilda Abreu, cantou e nos deixou mais que uma canção, deixou um passado de beleza, luz e muita musica, para que possamos sempre nos lembrar dos melhores momentos de nossas vidas.


Religiosidade, crença, arte, lembranças, juntas, fazendo nos acreditar em uma força superior, que nos faz amar cada vez mais nossos semelhantes e tudo o que é belo.

As luzes do palco se apagaram, mas a memória continua acessa. É tudo lembrança, guardada com todo cuidado, para que jamais seja esquecida.

2 comentários:

Caso tenha gostado do que encontrou aqui, comente o artigo que acabou de ler.

Postagem em destaque

Manual de Curso de Fibra de Bananeira